Em destaque

⭐Encontro com Estrelas⭐

Recentemente fui convidado para assessorar a estrela global Fernanda Souza na abertura do champagne utilizando o Sabre (*).

Curiosamente testamos com um espumante mais simples e não funcionou dada a qualidade da garrafa (sua linha de corte era muito fina), mas na garrafa do programa (Vai Fernandinha) funcionou muito bem. Saindo de lá vi que fazia todo o sentido a frase “Estou bebendo estrelas”, que teria dito Dom  Pérignon, monge beneditino, ao beber pela primeira vez o vinho espumante de Champagne.
Champagne é realmente uma bebida de estrelas, encanta por sua beleza, seus aromas e pelos momentos em que são abertos. A bolha representa muito bem, uma bolha onde estão as estrelas, seus mundos particulares e uma forma bem especial de ver e falar com o mundo.
Não posso dar detalhes, mas o programa todo me colocou num universo fantástico, uma casa de chocolate, país das maravilhas, ou porque não dizer o excêntrico mundo de estrelas champanhadas!

Tão fantástico e paradoxal, um mundo de estrelas unidos pelo espumante francês, tão francês quanto outra estrela, Napoleão Bonaparte, excelente estrategista, amante e atento as boas coisas da vida, talvez por isso se mantinha sempre à frente de suas batalhas para voltar vivo de todas elas.
A Arte e a Guerra são para poucos, para aqueles que se colocam a frente de seu tempo, das situações, colocam força e ternura, se esmeram em detalhes com profundidade, alcançam, talvez, por que veem de cima, estrelas!

Aproveitei o momento, ensaiei e registrei. Assista ao vídeo:
 


(*)A Sabragem é uma técnica, de origem francesa,
utilizada para abrir uma garrafa de champagne. Este ritual  tem suas origens no século XVIII, quando Napoleão Bonaparte comemorava com seus soldados, as batalhas vencidas, degolando as garrafas de champagne com seus sabres.

Após momento adverso, Orion Vinhos apresenta novos planos de negócios para o mercado da bebida

“O ponto crucial da nova Orion é a comunicação”, diz o consultor de comunicação e marketing de empresa, Alexandre Santucci.

Fonte: Portal Pepper; Foto: Duda Morais

Segundo um estudo realizado pela Ideal Consulting, o consumo de vinho por brasileiros no período teve um aumento de mais de 30% no último ano, ou seja, 2,78 litros per capita. Os números serviram como uma injeção de entusiasmo no setor, onde várias importadoras estão apostando na reformulação para cativar ainda mais o público consumidor da bebida. É o caso da Orion Vinhos, que em 2019 passou pela operação anti-fraude intitulada Vino Veritas e que resultou em momento delicado para a empresa, que após uma batalha judicial e uma prestação de contas retorna mais fortes ao mercado.

“A Orion é uma empresa com mais de dez anos. A Orion Vinhos faz parte desse grupo de empresas. No final do ano passado houve uma mudança. Eu diria que foi uma mudança estrutural com a saída de um diretor da empresa. Nós começamos a repensar o que seria a Orion. A atual diretoria não queria só crescer, mas crescer vislumbrando o futuro do vinho no país. A empresa tem uma pretensão que é de ser a melhor importadora do Brasil, mas é uma pretensão plausível porque a gente já tinha esse modelo de negócio. O que nós introduzimos nessa nova identidade é uma forma de se comunicar. O ponto crucial da nova Orion é a comunicação”, explica o consultor de comunicação e marketing da empresa, Alexandre Santucci.

Há quase trinta anos no mercado de vinhos, Santucci é autor do livro “Descomplicando o Vinho” que teve origem a partir do blog homônimo considerado o mais antigo do Brasil no segmento. Para a nova era da empresa ao qual está à frente, ele comenta: “Essa foi uma ação (2019) que doeu para empresa, mas como dizem que os justos descansam, foi isso que fizemos. Passamos por esse processo e hoje a empresa permanece ativa. Já está tudo esclarecido, mas há o momento correto de falar disso. Nós estamos livres. A Orion continua fazendo o que está em seu DNA que é vender bem, vender barato ou vender o mais barato possível e trazer bons produtos”.

Sediada em São Paulo, a Orion Vinhos possui mais de 250 rótulos da bebida em seu catálogo, agradando a todo e qualquer paladar, não importando se é um enólogo, enófilo ou sommelier. No final de 2020, a empresa desenvolveu a campanha “Honrando a Estrela”, ao qual desenvolveu seu novo logotipo inspirado na constelação de Orion que é formada por inúmeras estrelas brilhantes e que simbolizam o vasto estoque de produtos da importadora, destacando as duas grandes estrelas mais importantes da constelação, uma vermelha (Betelegeuse) e outra azul (Rígel) – “pensamos uma forma de comunicar o novo logo, por isso as cores misturam os tons de vermelho e azul pra justamente honrar a estrela. Essa constelação, mitologicamente, representa o caçador de grandes coisas ou das belas coisas, e é isso que a gente faz. A própria logística da Orion foi uma grande mudança e que criou uma sinergia entre os clientes com uma nova forma de olhar, hoje conseguimos entregar muito rápido e com muita qualidade, principalmente armazenar bem nossos produtos”, explica Santucci.

Com anos de experiência no mercado, a Orion Vinhos oferece um dos maiores catálogos de rótulos de vinhos importados do Brasil. A empresa reafirma seu compromisso com o setor e fornecedores, com marcas importantes e campeãs de vendas. “A Orion não comercializa vinhos brasileiros, ainda, e isso está no nosso planejamento, mas hoje ainda não. Como especialista em vinhos posso dizer que o vinho brasileiro vem crescendo muito e a cada ano temos melhorias nas regiões produtoras. Talvez o brasileiro não saiba, mas hoje produzimos em Goiânia, São Paulo, Minas Gerais, e não só no Rio Grande do Sul. O brasileiro é um consumidor parecido como qualquer outro do mundo é uma grande besteira acreditarmos que o francês é um consumidor exigente, não é. Os franceses conhecem tão pouco como os brasileiros, o que muda nesses países é que eles têm o hábito de consumir, eles bebem, mas não entendem”, diz.

Recentemente a empresa teve o vinho chileno “Toro de Piedra” retirado de seu catálogo. A marca passou a ser representada por outra importadora brasileira, gerando um ruído no código de conduta no mercado. Alexandre Santucci explica sobre a situação: “Se a gente quer ser a melhor importadora do Brasil, temos que entender o mercado em que estamos. Posso falar de experiência, pois são quase 30 anos trabalhando nisso, e, infelizmente, além da vantagem do Brasil, temos essa coisa da Lei de Gérson, uma vantagem sempre momentânea. Ela não é interessante para ninguém. O que a gente pensa como conduta é que estou sentado numa pilha de “Toro de Piedra”, mas quem vê nosso estoque vai ver que tenho muito mais. O importador que vai trazer isso para o Brasil não se deu conta do tamanho do trabalho que ele vai ter. Eu tenho produto aqui para ficar um ano vendendo, mas o outro importador que pegou nosso fornecedor também não se deu conta que temos produtos no porto desse mesmo fornecedor. Ou seja, o produtor não entende que a marca dele fica mal-vista pela sua atitude, o distribuidor que traz não entende que ele vai ter uma competição ruim pra ele, já que posso vender a qualquer momento o produto no custo e ele não vai vender”.

“Quando a gente encontra esse tipo de problema, vemos como é minúsculo e como a mentalidade é ruim. Ao contrário disso, se porventura o produtor conversa com o atual importador para entender por que aquele produto dele não está funcionando, você começa a construir com esse seu parceiro de negócio uma viabilização dos seus produtos no mercado brasileiro. Nisso, o próprio importador vai entender que a questão não é com ele, então você tem uma saída elegante para um negócio. Por outro lado, aquele que está cobiçando esse produto se interessa por ele. O que imaginamos que ele deva fazer é conversar com o atual importador para saber por que o produtor me procurou, o quanto você tem desse produto em estoque etc. Ele também vai entender onde está entrando. Isso é uma questão de comunicação. Por isso o nosso eixo central dessa nova Orion é a comunicação. Não se faz marcas de vinho. As marcas acontecem no Brasil e nós vamos mudar isso!”, finaliza Santucci.

20:02

Sucesso é o Caminho – O que há por trás dos números e as horas invertidas 20:02

Nesse vídeo você verá: O que há por trás dos números e as horas invertidas 20:02​
A história da escolha do horário da live no instagram – Segundas às 20:02​.
Como uma escolha intuitiva foi revelando o poder do que estava por trás de uma “simples escolha”
O símbolo da numerologia, da influencia dos anjos, do ano 2020, o dia 20 de 02 e a hora 20:02​.
Ser Grato a tudo, e em seu nível mais profundo revela o sentimento, semelhante a felicidade, seja Luz!

Acolha o grato, a gratidão!

siga o Prof. Santucci nas redes sociais FB e IG @santuccioficial
Palestra por “Trás da Marca – A Marca é Você!”
Saiba mais:
amarcaevoce.com.br
portrasdamarca.com.br

Mentoria | Palestra | Livros – Contato: https://linktr.ee/santuccioficial

#marcapessoal​ #numeros​ #santucci​ #alexandresantucci​ #portrasdamarca​ #sucessoéocaminho​ #personalbranding​ #branding​ #descomplicandoovinho​ #mentalidade​ #abundancia

Conheça Alexandre Santucci…

 publicado no dia 26/02/2021 (texto reproduzido na integra, veja o original aqui)

Conheça Alexandre Santucci, palestrante e idealizador do mais antigo blog de vinhos do Brasil

HÁ MAIS DE 25 ANOS SE DEDICANDO A EDUCAÇÃO ETÍLICA, O PROFISSIONAL É AUTOR DO LIVRO QUE LEVA O NOME DE SUA PÁGINA NA INTERNET: DESCOMPLICANDO O VINHO

Não há dúvidas de que uma das bebidas mais adoradas pelos brasileiros, e por habitantes de todo o mundo, é o vinho. Seja seco, suave, tinto ou branco, não é difícil encontrar pessoas que apreciem essa bebida secular e que harmoniza com diferentes sabores e texturas da culinária global. Dedicar-se aos estudos e entender o mercado que envolve o Vinho são tarefas em que Santucci, como é conhecido se empenha há mais de duas décadas. 


Suas atuações se explicitam nas mais importantes importadoras e vinho do Brasil como Expand, La Pastina e Mistral. O profissional, que ingressou no mercado através da área de vendas/marketing, iniciou a carreira na importadora de vinhos Expand – Domaine Saint-Marie no Shopping D&D, em São Paulo, alavancando os ganhos da empresa e tornando a loja uma das mais visitadas pelo público no shopping center. Santucci já atuou como executivo de grandes redes hoteleiras e no mercado de dermocosméticos.

Graduado em Psicologia, especialista em Marketing Estratégico e Professor universitário são alguns dos títulos que Alexandre carrega, além de três especializações que lhe proporcionam grande amplitude de ação e atuação.
“O mercado do vinho é extremamente sedutor. Existe uma gama enorme de produtos, vinícolas, produtores e profissionais envolvidos para elaborarem as bebidas mais refinadas e que agradam diferentes paladares” finaliza.

SOBRE

O “Descomplicando o Vinho” existe desde 2001 como um conceito. O projeto rendeu uma marca, que virou um blog, circuito de palestras, colunas em TVs e Jornais, além de apresentações no teatro, caso do “Wine Comedy” em 2017. Após a primeira edição do livro lançado em 2013, a segunda edição já está à venda em um material revisado e ampliado.

Serviço

Alexandre Santucci – Descomplicando o Vinho (blog acesse aqui)
www.santuccioficial.com.br
Instagram: @santuccioficial

Di Morais e seu Acústico Business

Humorista comemora nova fase unindo humor ao empreendedorismo

Di Morais, em plena pandemia apostou na criação de um novo espaço no coração da capital paulista, o Acústico Business

Audacioso: Em setembro de 2020, ano em que o Brasil vive a pandemia de coronavírus, Di Morais foi responsável pela inauguração de um promissor espaço de eventos na Rua da Consolação, esquina com a Paulista – coração financeiro e cultural de São Paulo.

A inauguração da casa aconteceu no dia Setembro de 2020, com uma apresentação do show solo de stand-up comedy do Di Morais, denominado de “Acho que é Infarto” assinado por Sergio Mallandro, feito especialmente para os visitantes que se deslocaram em um período tão delicado para prestigiar o artista. “O Acústico [Business] nasceu em um período muito particular. Seguindo rigorosamente todas as regras de higienização e distanciamento entre pessoas determinada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Queremos dar risada, não ficarmos doentes” brinca.
O espaço foi desenhado para receber diferentes eventos, além dos shows de comédia stand-up. É possível reunir amigos para encontros, profissionais que queiram agendar palestras, lançamento de produtos, ensaio aberto para artistas SOLO eu ou duplas, lives, e claro apresentações de stand up comedy. . Além das instalações, que contam com um moderno ar condicionado capaz de trocar por completo o ar do ambiente a cada dois minutos e o poderoso sistema de som, Acústico Business também oferece o serviço de cantina, com salgados e bebidas preparadas no dia de cada evento.
Há mais de dez anos no circuito de stand-up comedy na capital paulista, Di Morais é sucesso garantido por onde passa. Esse ano, em função da pandemia do coronavírus, realizou apresentações on-line e em formato drive-in.
O profissional ingressou na comédia aos 37 anos, mas, segundo ele, a idade lhe fez empreender e enxergar o mercado “como negócios” seguindo a tradição raiz de texto autoral. O pessoal costuma ingressar no stand-up ainda na adolescência ou antes dos 30 anos. Comigo foi diferente e isso me mostrou que sou um eterno jovem: com muito bom humor e vontade para empreender”.

Sorrir faz bem a saúde e é muito bom, agora viver de comedia é simplesmente divida, minha eterna gratidão a Deus, aos parceiros e á vida, finaliza, Di Morais.

Saiba mais: acusticobusiness.com.br
Ingressos e Agenda: acusticoticket.com.br

Sobre xícaras, café e a graça

Ofereça sempre o melhor do seu café! 

coffee-2588595_1920

 

 

🎙 Ouça o podcast do Santucci 🎙

 

 

O que fazemos ao construir nossas marcas pessoais é preservar o que há de melhor em nossas vidas, além de distinguir as ferramentas adequadas para cada momento no caminho que traçamos.

 

Encontrei nesse texto uma metáfora muito apropriada para exemplificar, acompanhe:

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade.

Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.

Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras – de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem.

Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse: Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.

 

O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras… e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.

 

Agora pensem nisso: ‘A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida… E o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que vivemos. Às vezes, ao concentrarmo-nos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.

 

Deus côa o café, não as xícaras…Saboreie seu café!!!!!

fonte: internet

 

Prof. Santucci
Psicólogo pela USM, Mentor de Marca Pessoal, Escritor e Comunicador, Pós graduado em Medicina Psicossomática (UNAERP), em Artes Cênicas-Teatro (USJ) e Especialista em Marketing. Professor das áreas de Psicologia, Gestão de Pessoas, Marketing, Vendas e Serviços.

“A Depressão Curou Minha Vida”

A depressSetembro Amarelo é nome da campanha de prevenção ao suicídio. São diversos os fatores que levam alguém atentar contra a própria vida, o mais comum são os estados de depressão.

Aquele que já teve depressão é um depressivo, o que fazemos é evitar as recaídas, portanto é uma condição controlável que merece sempre nossa atenção.

(assista no Youtube a história contada por Santucci)

Particularmente, tive uma reincidência, mas me dei conta de como esse é um lugar que não quero voltar, por isso decidi, em 2017, escrever um livreto contando minha experiência com a doença, o intitulei de “A Depressão Curou Minha Vida” (está disponível para compra do livro físico e para baixar *).

Pensava que mais pessoas poderiam ter acesso a minha experiência e, de alguma forma, estabelecer paralelos e ajudar no processo terapêutico.
Sabemos que o número de suicídios no Brasil é alto, são 32 diariamente no país, média de 1 a cada 45 minutos. Infelizmente a essa estatística somam-se adolescentes. É muito triste um adolescente não ver perspectiva e num ato de loucura ceifar a própria vida.

Bem, minhas amigas e amigos, decidi contar presencialmente minha experiência, falar sobre a depressão, sua prevenção e cura para todos os públicos.

Quem tiver acesso a escolas, igrejas, outros centros para jovens e adultos e achar a ideia oportuna, por gentileza abra o canal.

Ficarei muito feliz em contribuir para a vida das pessoas.

(*) A compra do livro físico tem todo seu lucro destinado a causas de prevenção ao suicídio. Para as palestras sobre esse tema o Prof. Santucci não cobra ou destina o cachê também para o mesmo fim (excluindo custos de deslocamentos, hospedagem e alimentação).

Prof. Santucci
Psicólogo pela USM, Mentor de Marca Pessoal, Escritor e Comunicador, Pós graduado em Medicina Psicossomática (UNAERP), em Artes Cênicas-Teatro (USJ) e Especialista em Marketing. Professor das áreas de Psicologia, Gestão de Pessoas, Marketing, Vendas e Serviços.

Você sabe o que é Netweaving?


🎙 Ouça o podcast do Santucci  🎙

Vou contar uma história…

Havia um produtor de vinhos, muito respeitado, competente, preferia ser reconhecido por seu produto, sua história. Não era da turma dos vinhateiros, mas os conhecia, respeitava-os, pertencia ao meio.

Um dia uma elegante produtora de rolhas o procurou dizendo ter um ótimo produto e que era conhecida dos vinhateiros do lugar, tinha um belo networking com eles. Ele aceitou a oferta e passou a comprar dela as rolhas. Com o tempo ela ofertava mais e mais, tinha bons argumentos, previa excelentes safras e compras por novos mercados, dizia que o ajudaria se fosse preciso. Ele pensava na coerência das justificativas e comprava, até que num ponto já tinha rolha para duas boas safras. Quando ela voltou com mais uma oferta ele recusou. Ela, indignada, saiu. Insistiu algumas vezes, ele, cordato, explicava que não havia mais necessidade de compra naquele momento. Ele passou a não mais atendê-la, dizendo que se precisasse a contataria.

Muito ofendida, procurou pessoas do relacionamento dele e disse que ele a maltratou, fez de forma elegante, mas fez. A curiosidade levou essas pessoas por saber mais, ela por sua vez, disse que talvez ele estivesse quebrado, ou seu produto não estava tão bom, estava perdendo mercado, mas enfim, que não deveria tê-la tratado dessa forma.

A noticia se espalhou, sua comunidade já não o chamava mais e mesmo com os que ele falava, ninguém tocava no assunto, pelo contrário, o tratavam com educação, até que alguns passaram a não responder. 

O “fato” chegou aos seus clientes e como ele era um malfeitor, que abusava de mulheres e adulterava seus vinhos, foi perdendo seus clientes…
Para não perder tudo e deixar de cumprir seus compromissos com fornecedores, prestadores de serviços, vendeu a propriedade e saiu do negócio.

Seus amigos “leais” que também não sabiam do ocorrido o ajudaram.  Mudou de ramo!
Para falar a verdade, a rede que ele fazia parte se ajudava sem ter como objetivo um lucro imediato, uma venda matadora, pelo contrário, falavam em lucro com propósito, como as pessoas que o ajudavam na colheita vinham sempre de fora, sempre indicados por esses amigos, eram pessoas que precisavam do emprego, mas saiam com ensinamentos e progrediam. Era uma rede do bem, tecida como em teias, não havia um influenciador, as pessoas se viam como iguais, relações fraternais, de ajuda.
Isso é Netweaving!

Prof. Santucci
Psicólogo pela USM, Mentor de Marca Pessoal, Escritor e Comunicador, Pós graduado em Medicina Psicossomática (UNAERP), em Artes Cênicas-Teatro (USJ) e Especialista em Marketing. Professor das áreas de Psicologia, Gestão de Pessoas, Marketing, Vendas e Serviços.


Agora é tudo em nome do Messias?

Ao me refazer do impacto da noticia de perder um colega de mercado, que sempre teve mais meu profundo respeito, comecei a enxergar ainda mais claramente a perturbada situação em que socialmente nos encontramos. Parece que não se trata mais daquilo que nos une, o humano!
Realmente me entristeço e acredito fazer parte de um coro que canta sem voz, sem voz perante o absurdo, perante a insensibilidade daqueles que com uma voz que brada alto, aqueles sob os holofotes, conseguem se colocar de forma tão cruel perante uma criança de 11 anos, seus familiares, equipe médica, posto que simplesmente por trás de todo alvoroço causado, revelando o nome infante, apenas queira mais uma vez promover o próprio nome.
Não é possível acreditar que seja em nome do Messias, como também não o pode aquele que deveria estar à frente de mais de 200 milhões não se comover com os mais de 111 mil mortes. Estes que com certeza agora estão definitivamente calados.
111, um número até cabalístico, da mesma cabala, do mesmo povo onde fez nascer o homem Jesus, independente da questão religiosa, é o homem que nos legou o amor e o humano acima de tudo. Aquele que mostrou a importância da empatia, do amor ao próximo, do respeito aos mortos, do reino dos céus. O céu representa nossa ligação com o inalcançável mistério da criação da vida, assim como as águas nossos sentimentos, por isso falamos em águas passadas e mágoas (má água). Sob o céu e sobre as águas está o terreno em que vivemos: a terra e é exatamente o lugar onde podemos viver de forma mais justa, mais humana.
Desse coro que canta sem voz, aos poucos somos ainda mais minados e vamos perdendo a esperança por uma “justiça social” capaz de nos arrefecer o espírito e passarmos os pandêmicos dias na esperança de um mundo melhor.

Honestamente espero que céus e águas se revoltem, voltem a estabelecer o real significado de legado, pois não posso acreditar nos exemplos que vejo, não posso acreditar que sobre apenas nossa vã filosofia para explicar que o conta são os “likes” ou a disputa eleitoral.

Vou ficando por aqui, lembrando Ângela Rô Rô e seu “Dói em mim sentir que a luz que guia; O meu dia, não te guia, não”, também o escritor brasileiro Jorge Amado da brilhante obra “A Morte de Quincas Berro d’Água”.
Todos temos direito a uma segunda chance, que venha para esses, que reescrevam sua história para um legado honrado.
Um brinde, com minha melhor taça, aos saudosos amigos levados pela covid-19: Celso La Pastina e Francesco Paolo Lo Schiavo !

Prof. Santucci
Psicólogo pela USM, Escritor e Comunicador, Pós graduado em Medicina Psicossomática, em Artes Cênicas-Teatro e Especialista em Marketing. Professor das áreas de Psicologia, Gestão de Pessoas, Marketing, Vendas e Serviços.

Marketing Multinível (MMN)

Marketing Multinível (MMN)

2019-marketing multinivel
(clique para baixar)

Já ouviu falar em Marketing Multinível (Networking Marketing), Marketing de relacionamento ou de rede?

“O Marketing de Rede não é perfeito… Só é melhor!”
Eric Worre (autor do livro GoPRo)

Conceito: Marketing multinível (MMN), também conhecido como venda direta ou marketing de rede , é um modelo comercial de distribuição de bens ou serviços em que os ganhos podem advir da venda efetiva de produtos ou do recrutamento de novos consultores.

História: Consta que criação do marketing multinível se deu por Carl Rehnborg por volta de 1940, quando o primeiro plano de comissões para diferentes níveis foi implantado em sua empresa naquela época.

Em 1979, se define o marketing multinível como um negócio legítimo, ao contrário do esquema em pirâmide.

Até os anos 90 essa modalidade de negócio sofreu por muito amadorismo, porém a partir dessa década começou um grande processo de profissionalização culminando com a criação, pelo lendário Dr. Charles W. King, do seminário de certificação em marketing de rede na Universidade de Illinois.

De lá pra cá esse é negócio, que movimenta bilhões de dólares em todo o mundo, começa a ganhar força no Brasil, liderado pela Hinode que faturou ano passado R$ 2,7 bilhões.

Veja os rankings e dados:
(melhores empresas) (maiores milionários no mundo) (vendas diretas no Brasil) (Multinível no Brasil)

Por que não é pirâmide?
Algumas pessoas e empresas aproveitaram o desenvolvimento do sistema de marketing em rede e desenvolveram o esquema em pirâmide. Este tipo de esquema possui uma estratégia bem parecida com o marketing multinível. Porém, a diferença essencial é que o multinível é uma ferramenta de negócios com o fim de comercializar produtos e/ou serviços, diferentemente do sistema em pirâmide, que recruta pessoas com o intuito de movimentar dinheiro somente.

O Marketing Multinível requer, impreterivelmente, que exista produto ou serviço atrelado ao sistema de ganhos e bonificações.

Conheça um pouco mais da prática do profissional do Marketing de Multinível baixando a apostila – Marketing Multinível!

*todos os links desse artigo são recentes e na maioria do ano de 2018

Geração CsP – Colher sem Plantar!

Colher sem plantar
por Alexandre Santucci, nov 2019 (linkedin)

Neste ano chego ao 25º ano ligado ao mundo do vinho. De fato percorri um longo caminho com passagem por importantes e respeitadas empresas desse segmento. Trabalhei com importadoras, produtores nacionais, brookers, lojistas enfim atuei praticamente em todas as frentes.

Carrego em minha história um saldo amplamente positivo, digno de orgulho. Na Expland importadora, onde iniciei em 1995 era apenas um jovem com sonhos e ambições, não exatamente de ficar rico, mas de construir uma carreira. Essa empresa me deu a oportunidade de ampliar horizontes, adquirir conhecimento, viajar, conhecer pessoas e crescer. Junto com colaboradores criamos uma estratégia que nos levou do US$ 0,00 aos US$ 4 milhões em um ano e meio. Parece muito não é? E era sim. No shopping onde estava essa unidade chegamos a incrível marca de sermos responsáveis pela metade do fluxo de pessoas durante quase um ano. Anos mais tarde criei o Descomplicando o Vinho e pela importadora que trabalhava rompemos o status quo e fomos o primeiro importador brasileiro a praticar preços em Reais, uma estratégia bastante ousada que não parava por aí, mas também passamos a modelar a forma de praticar preços possibilitando a vendas nos 3 canais de atendimento: Consumidor Final, on e off Trade.

O Brasil não é um país fácil para negócios dessa natureza, jamais foi fácil vender vinhos, criar marca então, menos ainda. Mas participei da história de algumas: Domaine Saint Marie, World Wine, Reloco, Rosé Piscine, Los Gatos… e a exclusivamente minha: “Descomplicando o Vinho”.

As grandes e importantes Mistral, Decanter, La Pastina, Casa Flora, e mais algumas ralaram para construir suas marcas, elevar sua reputação e posso afirmar não é do dia para a noite, mas o que muito vi ao longo desse caminho foi aventureiros e irresponsáveis, os que miravam os resultados dos grandes empresários, mas esqueciam de enxergar a caminhada. A única ação que os movia era a sanha de enriquecer do dia para a noite, não é assim que funciona!

O mundo do vinho e de muitos outros mercados, principalmente os de luxo, são glamorosos sem dúvida, mas na raiz não deixa de ser um mercado e deve-se seguir regras para ser bem sucedido.

Para se construir cenários, marcas, disputar mercados, posicionar produtos no ponto de vendas, ROI, etc., leva tempo.

Como um vinho que começa seu projeto do zero, com muita “sorte”, competência, planejamento, o investidor levará cerca de 4 anos para ver seu primeiro vinho engarrafado, uma loja de vinhos ou uma importadora dificilmente chegará ao equilíbrio em menos de 2 anos.

Portanto não há como Colher sem Plantar ! É um ciclo que precisa ser cumprido, perceba: depois de semeado é necessário acompanhar, regar, planejar, observar, aguardar as estações e só depois colher, tem mais, agora é preciso posicionar, vislumbrar a marca, investir tempo, trabalho e mais uma série de ações e Vender.

Já disse que qualquer pessoa pode ser vendedora, porém ser um bom vendedor significa estar bem preparado para a função, não é só talento. Se o Pelé não treinasse tanto seria um jogador médio, ele foi genial por aliar talento e técnica e isso é que mais vemos nos mercados, vendedores simpáticos, porém sem “time”, sem assunto, sem conhecer seu próprio produto, suas aplicações e seu mercado e assim como no futebol tem o perna de pau, aquele cara que sabe tocar a bola, mas não sabe o que fazer com ela, no mundo das vendas há o “tirador de pedido”.

Se quer empreender entenda que logo após terá que “empresariar”.

Veja, hoje a moda é empreender, porém empreender é uma etapa, empreender está ligado a intermediar, apesar das palavras serem similares, não se trata da mesma ação. Enquanto a ação de empreender está ligada a unir compradores a de “empresariar” está em descobrir, aplicar os meios. Em uma tradução espanhola a empresa é ação árdua e difícil que se inicia valorosamente. Poderia concluir que o empreendedor é um estrategista, une produtos, serviços e o mercado potencial comprador, já o empresário é tático. O sucesso depende de uma excelente estratégia, mas principalmente de táticas para atingir o objetivo. O sucesso depende de pessoas trabalhando complementarmente juntas, bem preparadas, bem treinadas e na mesma direção.

Não há como vencer sem lutar, nem Colher sem Plantar!