Mirmidões!

Design sem nomeMuitas de nossas aspirações e inspirações vêm da Grécia!
Por muitas razões naturais ou deusisticas, buscar a origem de muitos eventos, palavras, nos leva a esse período histórico da humanidade, desde a metafísica às estratégias de sobrevivência ou domínio!

No mito do Tosão de Ouro, Jasão é orientado por Medeia a enfrentar as sementes do dragão (tão logo plantadas se transformam nos temidos Espartos – fortes, armados, porém com muito pouca inteligência), simplesmente atirando uma pedra entre eles, algo que Cadmo, irmão de Europa, havia feito antes de fundar Tebas, pois com pouca inteligência acreditariam que algum deles havia atacado o outro e se digladiariam entre si.

Esse é o principio do dividir para governar: Lança-se uma dúvida entre os soldados, os mirmidões logo apoiam a única liderança que conhecem e os demais baterão cabeça entre si até que se aniquilem!

Não importa se é esparto ou mirmidão, a falta de consciência levará a um destino não escolhido por qualquer deles, mas por alguém que o manipula!

Essas também são as origens das fakenews, levam as pessoas que não refletem, não criam a própria critica, à ilusão de que um salvador a tirará de qualquer perigo.

Por Trás da Marca (Palestra)

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 Como vender  mais produtos, serviços e ideias a partir da marca pessoal.

No final de 2019 estreei a palestra Por Trás da Marca, mesmo tendo lançado o livro “Sucesso é o Caminho” quer era a ideia inicial de palestra, algumas pessoas bem próximas sugeriram que deveria alinhar a palestra com minha carreira no vinho. O assunto está na mesma linha porém o eixo central passou a ser as marcas que criei ao longo dessas duas décadas no mercado.

Na palestra conto minha própria história, utilizando exemplos do universo do vinho e da personalidade do rei do Futebol, assim a palestra é criada numa atmosfera bem humorada e com conteúdo relevante para o desenvolvimento pessoal e o “Personal Branding”, a marca pessoal, do século 21 no Brasil.

O método, batizado por Pelé (uma alusão à construção da marca, bem como o anagrama formado pelos pilares do método: Posicionamento, Recursos, Mentalidade e Networking) é o mesmo que apliquei para que meu próprio sobrenome virasse uma marca, bem como para o Descomplicando o vinho este que é blog de vinhos mais acessado do Brasil  em termos de pesquisas e curiosidades do vinho.

A palestra impacta na reflexão e inspiração quanto a importância da marca pessoal em toda atividade profissional ao abordar os temas dos pilares do método: explora as técnicas  de posicionamento pessoal;  re-conhecer e lançar mão dos próprios recursos (bagagem e habilidades); a importância e o impacto da mentalidade poderosa e abundante;  como o networking do século 21 se diferencia do século 20 e as novas formas de contato influenciador.

saiba mais em: portrasdamarca.com.br

Abraço Fraternal

Uma mensagem para esse inicio de 2020

 

Felicidade e Liberdade

Fundo Citação (7)

Num trecho do livro: A Depressão curou a minha vida, deste autor que escreve, reflito sobre a intimidade entre a felicidade e a liberdade.
O tema é recorrente, mas quão preparados estamos, quão comprometidos estamos para sermos felizes?

Felicidade sem liberdade é utopia, felicidade não se encontra em prateleiras de “marketplaces”, nem nos balcões da Tiffany’s…
É preciso ser livre, autêntico, são os valores cultivados, seguidos, que nos faz felizes. A prática diária da satisfação de viver, da gratidão, de percorrer o caminho.

Pessoas bem sucedidas aproveitam o melhor da vida, ao meu ver bem sucedidos são os que encontram a felicidade, são aqueles que gozam os momentos de alegrias, aprendem e riem de si mesmos.
Pessoas que aproveitam o infortúnio para serem melhores, são aquelas que preferem um sorriso, mesmo que de canto de boca ao reclamar.

Você quer ser feliz ou infeliz?
Não alegre o tempo todo, às vezes até triste, então é sobre a perspectiva o que nos faz caminharmos satisfeitos. Tenho dito: depressão e ansiedade não se trata de excesso de passado ou de futuro, mas da falta de perspectiva. 

O que nos adoece é a falta, não o excesso, posto o que abunda não prejudica.

Felicidade é gratidão em abundância, generosidade, fazer a roda girar, perspectiva!

Se ainda não vê com clareza, abra sua mente, comece sendo gentil, tenha uma atitude positiva, sê resiliente, abrace “seus” sonhos, procure as palavras doces e receba a vida com carinho. Aos poucos, quanto mais perspectiva tiver a felicidade, a liberdade fará parte da sua vida, sem perceber!
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A Fraternidade e a Prosperidade

Justiça, revolução francesa e o sistema judaico para ficar rico 
Alexandre Santucci

Design sem nome

Nesses tempos todos temos falado muito de abundância, prosperidade, mas por que a riqueza é separada a alguns grupos e muitos outros vivem na pobreza?

Para se ter ideia, de acordo com pesquisas recentes 1% da população detém 99% da riqueza mundial. Outro dado interessante, os judeus representam 0,1% da população mundial, mas são donos de cerca de 11% do total da riqueza. Mais uma: as 8 pessoas mais ricas do mundo tem o equivalente a metade da população mais pobre do mundo, ou seja, 8 pessoas acumulam o mesmo que 3,6 bilhões.

Por que essas pessoas, esses grupos enriquecem e muitos não? Pela justiça!

Não me refiro diretamente a meritocracia, se não muitas pessoas capazes, inteligentes deveriam ser ricas e muitas não são. Também não diretamente a uma divindade, um deus e muito menos pela justiça das leis. Mas pela prática, individual no coletivo, da justiça.

Justiça no sentido amplo é a particularidade do que é justo e correto!

Duas coisas que chamam atenção quando penso nesse assunto: Há algum tempo, ainda nas eleições presidenciais anteriores a essa última, li o artigo de um jornalista alemão que versava sobre o tema das eleições e a conclusão que ele chegara foi que o brasileiro tem um sentimento de injustiça social. A outra é sobre a revolução francesa e a herança: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Diante dessas coisas reflito que a prática da justiça está intimamente ligada a esse tripé. Explico, como povo político que somos, pessoas que escolheram a vida em sociedade, seja por uma questão de sobrevivência ou simplesmente pelo estabelecido, encaramos nessa visão, a fraternidade como não independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas. Assim àqueles que investem nessa missão são seres justos e corretos.

Fácil? Não creio.

A ideia corruptiva de fazer sucesso a todo custo praticamente eliminou as fraternidades, as alianças naturais. Assim alguns povos se destacam no sucesso por conseguirem efetivamente serem justos e corretos!

À essa ideia de fraternidade quis somar a visão judaica, pelo simples fato de querer saber por que eles, enquanto grupo, tem tanto sucesso econômico e financeiro.

Não sou judeu, nem um especialista no assunto, apenas  estudei um pouco quando sai da faculdade e confesso nutrir admiração pelos orientais e pelos povos que formaram a sociedade como a vemos hoje, assim como procuro saber mais sobre a filosofia grega, alemã, sobre o budismo, enfim em que culturas fomos forjados.

Nesse caso por força da doutrina, pelos elementos históricos, pelas privações, observamos que os judeus tem um sistema, uma forma, um código de conduta, um conceito particular.

O primeiro ponto desse sistema é o alfabetismo, todo judeu obrigatoriamente é alfabetizado ao menos em uma língua e por ser alfabetizado se acostuma com hábito, com a cultura de adquirir conhecimento.

Sob a questão econômica, social e do progresso é milenar a prática calcada na orientação divina sobre a justiça.

Esse é o ponto que me refiro nesse artigo: a fraternidade – e é exatamente onde esse núcleo é praticado.

Há um amplo entendimento deste povo que todos são filhos do mesmo pai (D’us), portanto todos são irmãos, herdeiros da obra, da produção do pai, com a obrigação de manter e aprimorar como fosse uma obra inacabada. Tornam-se parceiros do pai, devem respeitar, proteger a propriedade e para isso que existe o trabalho.

Individualmente é uma obrigação trabalhar, mas a recompensa à prática dessa virtude é poder acumular riqueza.

Agora, lembre-se que o principio é que se cuida das propriedades como fossem parceiros, portanto praticar a justiça é viver em Fraternidade e Compartilhar, com os menos afortunados, no mínimo o excedente ou a décima parte, ou até a vigésima parte, ou em alguns casos 90% da sua riqueza. O objetivo é promover seus irmãos, para que não exista quem passe necessidade, nem que seja necessário pedir, pelo contrário, o objetivo é prosperar, todos prosperarem e assim retroalimentar o sistema onde todos ganham.

O que percebo dos pontos acima: justiça se faz com liberdade, igualdade, fraternidade e com governos que trabalhem para manter esse sistema.

Concluo que nações pobres são, infelizmente, aquelas que são governadas por regimes corruptos, autoritários, regimes que ditam “tudo” o que deve ser feito, enquanto que os povos regidos pelo encontro da prática da justiça com amplo argumento fraternal naturalmente se expandem, prosperam.

Esse é um artigo que não está no livro “Sucesso é o Caminho” da forma como descrito, no entanto em sua essência podemos traduzir por compartilhar, aí dessa maneira está permeando amplamente o conteúdo.

De forma relevante transcrevo abaixo um parágrafo do capítulo 2 – O Caminho do Curioso. A resposta é a uma indagação que faço a personalidades muito ricas:

…“Em comum essas personalidades bem sucedidas têm prazer de realizar, eles não trabalham para acumular riqueza, trabalham para ter liberdade e aprender, para compartilhar, gerar riqueza. A curiosidade e o tesão pelo conhecimento são as forças para continuar.”

#sucessoéocaminho #justiça #fraternidade #segredodariqueza #prosperidade #sucessodosjudeus

Livros Publicados

Livros Clube de AutoresCom muita alegria que aceitei o desafio de publicar 3 livros praticamente ao mesmo tempo:
Sucesso é o Caminho, escrito e lançado em 2019 é o registro da palestra homônima que tem na Empregabilidade o tema central.
Descomplicando o Vinho, a esperada 2ª edição, revisada, atualizada e ampliada. Rediagramado, moderno, com a leitura ainda mais gostosa.
A Depressão curou minha Vida, o testemunho dessa história biográfica. Originalmente escrito em 2017, narra o período de 2010 até meados de 2013 e a experiência, os ganhos e as alternativas apontadas pelo autor.

Todos os títulos estão disponíveis no Clube de Autores, plataforma moderna onde se compra com toda comidade e recebe o impresso em casa.

O Fator X do Mercado do Vinho no Brasil e seu Preço

Fator X Vinho no BrasilQuantas vezes ao abrir uma garrafa de vinho você pensou: como esse vinho chegou aqui?
Obviamente ele foi adquirido por você mesmo ou um presente, mas e até ele chegar à loja onde ele foi adquirido?

Por que um vinho no Brasil tem um preço tão diferente (a maior) que quando consumido no seu país de origem, ou mesmo em outros países como Estados Unidos ou até o Paraguai.
Não são só impostos e taxas, mas muito o Mercado!

 

O caminho do vinho e de muitos outros produtos é semelhante, mas o vinho é um produto artesanalmente industrializado. Mesmo os grandes produtores dessa indústria não conseguem dizer que ”fabricam” o vinho. Você não consegue juntar peças ou criar uma mistura sintética para fazer um vinho, o produto é resultado de um processo e a principal matéria prima é simplesmente a fruta, se a uva não estiver com as condições adequadas para produzir, não teremos sequer um vinho quem dirá um bom vinho!
A parte fabril vem dos insumos quando o produto já está pronto: garrafa, rótulo, caixa, etc.

Portanto os custos da produção do vinho (em si) dependem, muito, de condições climáticas favoráveis, ou não. Quando uma safra é excelente, teoricamente os custos (diretos) caem, mas pode ser que aumente a da colheita, pois seria necessária maior mão de obra.
A definição do preço de um produto se dá por diversos fatores, o tamanho da produção (em hectolitros), a origem, se sua produção é controlada, classificada e principalmente a famosa lei do mercado de procura e oferta. Assim os famosos e considerados excepcionais têm maior procura e seus preços naturalmente aumentam. O restante são custos de transporte e impostos na origem e no local de venda (exportações).

Acaba de acontecer a Wine Weekend em São Paulo (evento voltado para consumidores de vinho) e estive presente no júri que elegeu os melhores vinhos da feira e também durante o evento, com olhos atentos fiz questão de observar que temos um cenário no mínimo curioso, de um lado um público que faz nenhuma ou quase nenhuma ideia do tamanho desse mercado e de outro os “players”, os competidores disputando num mercado, que sabemos ser minúsculo.

Cenário: Para ter uma ideia, a cerveja por aqui tem seu consumo per capta em litros, 35 vezes maior que o vinho.
Já nossos vizinhos chilenos, um país 15 vezes menor que Brasil, consome quase 10 vezes mais vinho per capta, são 17 litros contra 1,9 (na melhor das hipóteses e considerando todo consumo, uma vez que fosse só vinho fino o numero giraria em torno de 0,8), ou praticamente os mesmos 300 milhões de litros do consumo brasileiro.  A diferença é que o Chile é o quarto maior exportador de vinhos no mundo, gerando lucros para o país de mais de 1 bilhão de dólares (ano 2017).
Se considerarmos um belo incremento em 2019 e chegarmos ao 400 milhões de litros de consumo, ao preço de médio (hipotético) de R$ 25,00 o mercado atingirá R$ 10 bilhões, ou cerca de U$ 2.50 bilhões.  Divididos entre 45% importado e 55% nacional (incluindo vinho fino, mesa, espumantes, etc.).
Diante desse quadro, considerando que 45% desse valor são importados (R$ 4,5 bilhões), num universo de cerca de 1.000 importadores, onde os primeiros 20 respondem por ao menos metade (R$ 2,25 bilhões).
Exatamente, um importador de primeira grandeza fatura em torno de R$ 100 milhões, a imensa maioria fica na faixa de R$ 1 milhão/ano.

Essa é uma amostra do panorama do vinho no Brasil, e pra quem percebeu a cerveja: 35 vezes maior em consumo e quase 15 vezes em vendas, onde a número 1 (AMBEV) tem cerca de 70% do mercado!

Abordei a cerveja, como termo comparativo, para expor a fragilidade do mercado de vinhos no Brasil. Evidente que a cerveja é a bebida alcoólica do brasileiro, mas, além disso, (e também por conta disso) esse Mercado se mostra um pouco mais organizado e com regras mais claras para os competidores.
Em termos de impostos (na cadeia toda), segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) são 42,69% para a cerveja produzida e 54,73% para o vinho nacional, o importado pode chegar a 69,73%. A distribuição também é maior na cerveja assim seus custos vão diminuindo.  Enfim há uma serie de vantagens quando um mercado está organizado e com regras claras.
Outro ponto, e talvez o mais importante, são as margens, o que as determina na cerveja é o mercado, os produtos tem similaridade, assim os competidores colocam seus preços nos mesmos patamares, com margens de contribuição menores e buscam seus pontos de equilíbrio e lucros em função da quantidade vendida.
Já no vinho, a maioria dos produtos tem preços sem essa regulação (em função da extensa variedade de estilos e rótulos), o que normalmente fortalece a tese de alguns competidores em ampliarem suas margens.

Em tese as regras são iguais para todos, os impostos, as compras, as variações cambiais, mas sempre me pergunto por que vinhos semelhantes que bebemos em sua origem, com preços semelhantes têm preços tão diferentes no Brasil?
Para mim, algumas respostas, a mais contundente é o amadorismo temperado com o louco desejo de ficar rico do dia para a noite.  A mais coerente é o volume de vendas e as margens de contribuição.
Cansei de ver estruturas inchadas, serviços desproporcionais à atividade e resultado da venda, que necessariamente fazem elevar o preço final do produto.
Refiro-me as grandes somas em eventos gratuitos, degustação generalizada, garrafas enviadas a restaurantes ou lojistas para prova, viagens internacionais como prêmios, pagamento de incentivos para vendedores em pontos de venda, verbas de abertura (sem contrapartida garantida), vendas de baixo valor em picking (garrafas individuais – fora da caixa), entregas não programadas, bonificações, além de extensos prazos de pagamento sem considerar custo financeiro ou inadimplência.
Não considero o desvio ou sonegação de impostos, fato que infelizmente ocorre no Brasil, posto que isso gera um vantagem competitiva ilegal e deve ser combatida, assim como deve ser combatido o abusivo sistema fiscal tributário desse país, mas isso não justifica a máxima corrente “de quem faz tudo certinho não lucra”, se a regra vale para todos, burlar ou não seguir é crime.
Para o crescimento desse mercado, acredito que deveríamos apostar em produtos mais baratos, de qualidade, se unir em torno de regras claras e fazer com que o produto chegue ao consumidor final com o mínimo de interferência financeira possível.
Produtores e importadores, abrirem o diálogo franco entre si (já uma bela iniciativa do Provinho que pode encurtar esse caminho), diminuírem seus custos, “gastos improdutivos” e consequentemente suas margens, negociar com fornecedores por preços mais baixos apostando e trabalhando em volumes maior de vendas, gerenciar seus produtos por desempenho (descontinuar o que não atinge performance adequada), desenvolver e treinar profissionais de atendimento, sensibilizar seus clientes para a importância de diminuir custos com ações incomuns em grandes mercados como, por exemplo, as amostras para conhecimento do produto, uma vez que cada vez menos temos problemas de produção, ou alguém pede para provar uma cerveja Bavária antes de comprar?

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À Reforma da Previdência?

A natureza se encarrega de equilibrar suas forças (que normalmente são desequilibradas pelo ser humano).

Dizemos que não há oligopólio, mas disfarçadamente temos monopólios…
Estão caindo, aos poucos, mas caindo, Vale, Globo, Odebrecht…. É um sinal positivo, embora sejam as forças naturais que estão atuando.

A reforma da previdência: Otto von Bismarck, prussiano, esteve a frente da unificação da Alemanha, mas no século XIX, foi o criador do primeiro sistema previdenciário, mas por que? Porque os trabalhadores frutos da revolução industrial deveriam ter uma renda para continuar a vida (econômica) após o tempo em que não fosse mais útil.
A ideia dos 65 anos surgiu aí, porém na media se vivia até os 50…

A ideia é sempre essa, não pagar!

Temos outros problemas no Brasil (e em todo mundo que fez a reforma), que dizem respeito ao funcionalismo público e as “altas patentes” e a continuidade da profissão.
Pouco se discute sobre as benesses dos políticos, juízes e ministrados, militares…
Esses juntos causam um rombo enorme, pois em alguns casos trabalham por pouco tempo e ganham muito acima do teto (em alguns casos com pensões hereditárias).

Esse é o principal ataque que deveria ser feito!
Se não fica a máxima: Ou todos ganham pelo teto, em torno de R$ 5.000 ou mudamos o teto para os cerca de R$ 30.000, que ganham os funcionários públicos…

O outro ponto, para mim, ainda mais importante (posto que, penso particularmente, no final, cada um terá que fazer sua própria previdência) se diz sobre a continuidade do trabalho.

Há duas décadas palestro sobre empregabilidade, posso dizer que muito rapidamente esse cenário esta mudando. Estamos perdendo não postos de trabalho, mas emprego, emprego no sentido de empregar suas habilidades para produzir, além desse efeito, é ilusório pensar que há trabalho para quem tem mais de 50 anos, não há!
Depois dos 50 ou temos uma carreira que anda de forma empreendedora, ou está fadado ao desemprego, seu concorrente tem a metade da sua idade, e o mercado prefere.

Diante desse resumo, penso que deveríamos estar mais preocupados em criar políticas públicas para que essa população (que é enorme) tenha empregabilidade, senão morreremos de fome!

Alexandre Santucci

Seja competente, é só isso!

Façamos as coisas com propósitos, sejamos autênticos, originais. Não conheço ninguém que tenha se dado mal por ser assim. Tem um custo eu sei, mas dormir tranquilo é a melhor paga!
Sobre o dinheiro, seja competente, dê seu melhor (por você) e saiba que é consequência. Se o homem não te compensar, Deus te recompensa!
Não perca tempo, com trabalho inútil, relacionamentos fracassados, conversas imbecis e gente tóxica.

Seja competente!
Seja comprometido, em ser feliz, em fazer feliz!

(um dia vão dizer que o autor é desconhecido, pouca gente me conhece mesmo…)

Música em Cena: Mario Ghanna e seu “Isqueiro”

Mario Ghanna lança vídeo oficial da Canção ‘Isqueiro’

Após lançar, em abril de 2018, o álbum ao vivo ‘Meio blues, meio samba – ao vivo’, Mario Ghanna apresenta vídeo e áudio oficial da música ‘Isqueiro’. A canção foi uma das mais pedidas após divulgação do show nas redes sociais.

mario ghanna musico e procurador“Resolvemos gravá-la em estúdio e fazer um vídeo legal para galera que curtiu esse som. Em estúdio consegui trabalhar com calma a questão dos timbres e o resultado ficou muito bom. Os fãs dessa música vão gostar ainda mais.”.

A música tem uma melodia marcante e uma letra que foge do padrão do que tem sido ouvido nas rádios e isso dá um charme todo especial para a canção.
O vídeo intercala imagens de Mario e sua banda em estúdio com tomadas externas envolvendo uma viagem de moto que Ghanna fez. As imagens ilustram bem o clima do som.

O link para o vídeo que estreia essa sexta-feira já está disponível no Youtube: https://goo.gl/PKNkoh

SOBRE MARIO GHANNA

O músico Catarinense que divide seu tempo entre a Procuradoria Geral da República e o Blues, concorreu ao Grammy Latino, prêmio Multishow de música, prêmio de Música Catarinense e conquistou a estatueta de ‘Melhor Álbum Latino’ e ‘Melhor Artista Latino” no The Akademia Music Awards, prêmio americano voltado à música independente.