A Fraternidade e a Prosperidade

Justiça, revolução francesa e o sistema judaico para ficar rico 
Alexandre Santucci

Design sem nome

Nesses tempos todos temos falado muito de abundância, prosperidade, mas por que a riqueza é separada a alguns grupos e muitos outros vivem na pobreza?

Para se ter ideia, de acordo com pesquisas recentes 1% da população detém 99% da riqueza mundial. Outro dado interessante, os judeus representam 0,1% da população mundial, mas são donos de cerca de 11% do total da riqueza. Mais uma: as 8 pessoas mais ricas do mundo tem o equivalente a metade da população mais pobre do mundo, ou seja, 8 pessoas acumulam o mesmo que 3,6 bilhões.

Por que essas pessoas, esses grupos enriquecem e muitos não? Pela justiça!

Não me refiro diretamente a meritocracia, se não muitas pessoas capazes, inteligentes deveriam ser ricas e muitas não são. Também não diretamente a uma divindade, um deus e muito menos pela justiça das leis. Mas pela prática, individual no coletivo, da justiça.

Justiça no sentido amplo é a particularidade do que é justo e correto!

Duas coisas que chamam atenção quando penso nesse assunto: Há algum tempo, ainda nas eleições presidenciais anteriores a essa última, li o artigo de um jornalista alemão que versava sobre o tema das eleições e a conclusão que ele chegara foi que o brasileiro tem um sentimento de injustiça social. A outra é sobre a revolução francesa e a herança: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Diante dessas coisas reflito que a prática da justiça está intimamente ligada a esse tripé. Explico, como povo político que somos, pessoas que escolheram a vida em sociedade, seja por uma questão de sobrevivência ou simplesmente pelo estabelecido, encaramos nessa visão, a fraternidade como não independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas. Assim àqueles que investem nessa missão são seres justos e corretos.

Fácil? Não creio.

A ideia corruptiva de fazer sucesso a todo custo praticamente eliminou as fraternidades, as alianças naturais. Assim alguns povos se destacam no sucesso por conseguirem efetivamente serem justos e corretos!

À essa ideia de fraternidade quis somar a visão judaica, pelo simples fato de querer saber por que eles, enquanto grupo, tem tanto sucesso econômico e financeiro.

Não sou judeu, nem um especialista no assunto, apenas  estudei um pouco quando sai da faculdade e confesso nutrir admiração pelos orientais e pelos povos que formaram a sociedade como a vemos hoje, assim como procuro saber mais sobre a filosofia grega, alemã, sobre o budismo, enfim em que culturas fomos forjados.

Nesse caso por força da doutrina, pelos elementos históricos, pelas privações, observamos que os judeus tem um sistema, uma forma, um código de conduta, um conceito particular.

O primeiro ponto desse sistema é o alfabetismo, todo judeu obrigatoriamente é alfabetizado ao menos em uma língua e por ser alfabetizado se acostuma com hábito, com a cultura de adquirir conhecimento.

Sob a questão econômica, social e do progresso é milenar a prática calcada na orientação divina sobre a justiça.

Esse é o ponto que me refiro nesse artigo: a fraternidade – e é exatamente onde esse núcleo é praticado.

Há um amplo entendimento deste povo que todos são filhos do mesmo pai (D’us), portanto todos são irmãos, herdeiros da obra, da produção do pai, com a obrigação de manter e aprimorar como fosse uma obra inacabada. Tornam-se parceiros do pai, devem respeitar, proteger a propriedade e para isso que existe o trabalho.

Individualmente é uma obrigação trabalhar, mas a recompensa à prática dessa virtude é poder acumular riqueza.

Agora, lembre-se que o principio é que se cuida das propriedades como fossem parceiros, portanto praticar a justiça é viver em Fraternidade e Compartilhar, com os menos afortunados, no mínimo o excedente ou a décima parte, ou até a vigésima parte, ou em alguns casos 90% da sua riqueza. O objetivo é promover seus irmãos, para que não exista quem passe necessidade, nem que seja necessário pedir, pelo contrário, o objetivo é prosperar, todos prosperarem e assim retroalimentar o sistema onde todos ganham.

O que percebo dos pontos acima: justiça se faz com liberdade, igualdade, fraternidade e com governos que trabalhem para manter esse sistema.

Concluo que nações pobres são, infelizmente, aquelas que são governadas por regimes corruptos, autoritários, regimes que ditam “tudo” o que deve ser feito, enquanto que os povos regidos pelo encontro da prática da justiça com amplo argumento fraternal naturalmente se expandem, prosperam.

Esse é um artigo que não está no livro “Sucesso é o Caminho” da forma como descrito, no entanto em sua essência podemos traduzir por compartilhar, aí dessa maneira está permeando amplamente o conteúdo.

De forma relevante transcrevo abaixo um parágrafo do capítulo 2 – O Caminho do Curioso. A resposta é a uma indagação que faço a personalidades muito ricas:

…“Em comum essas personalidades bem sucedidas têm prazer de realizar, eles não trabalham para acumular riqueza, trabalham para ter liberdade e aprender, para compartilhar, gerar riqueza. A curiosidade e o tesão pelo conhecimento são as forças para continuar.”

#sucessoéocaminho #justiça #fraternidade #segredodariqueza #prosperidade #sucessodosjudeus

Livros Publicados

Livros Clube de AutoresCom muita alegria que aceitei o desafio de publicar 3 livros praticamente ao mesmo tempo:
Sucesso é o Caminho, escrito e lançado em 2019 é o registro da palestra homônima que tem na Empregabilidade o tema central.
Descomplicando o Vinho, a esperada 2ª edição, revisada, atualizada e ampliada. Rediagramado, moderno, com a leitura ainda mais gostosa.
A Depressão curou minha Vida, o testemunho dessa história biográfica. Originalmente escrito em 2017, narra o período de 2010 até meados de 2013 e a experiência, os ganhos e as alternativas apontadas pelo autor.

Todos os títulos estão disponíveis no Clube de Autores, plataforma moderna onde se compra com toda comidade e recebe o impresso em casa.

O Fator X do Mercado do Vinho no Brasil e seu Preço

Fator X Vinho no BrasilQuantas vezes ao abrir uma garrafa de vinho você pensou: como esse vinho chegou aqui?
Obviamente ele foi adquirido por você mesmo ou um presente, mas e até ele chegar à loja onde ele foi adquirido?

Por que um vinho no Brasil tem um preço tão diferente (a maior) que quando consumido no seu país de origem, ou mesmo em outros países como Estados Unidos ou até o Paraguai.
Não são só impostos e taxas, mas muito o Mercado!

 

O caminho do vinho e de muitos outros produtos é semelhante, mas o vinho é um produto artesanalmente industrializado. Mesmo os grandes produtores dessa indústria não conseguem dizer que ”fabricam” o vinho. Você não consegue juntar peças ou criar uma mistura sintética para fazer um vinho, o produto é resultado de um processo e a principal matéria prima é simplesmente a fruta, se a uva não estiver com as condições adequadas para produzir, não teremos sequer um vinho quem dirá um bom vinho!
A parte fabril vem dos insumos quando o produto já está pronto: garrafa, rótulo, caixa, etc.

Portanto os custos da produção do vinho (em si) dependem, muito, de condições climáticas favoráveis, ou não. Quando uma safra é excelente, teoricamente os custos (diretos) caem, mas pode ser que aumente a da colheita, pois seria necessária maior mão de obra.
A definição do preço de um produto se dá por diversos fatores, o tamanho da produção (em hectolitros), a origem, se sua produção é controlada, classificada e principalmente a famosa lei do mercado de procura e oferta. Assim os famosos e considerados excepcionais têm maior procura e seus preços naturalmente aumentam. O restante são custos de transporte e impostos na origem e no local de venda (exportações).

Acaba de acontecer a Wine Weekend em São Paulo (evento voltado para consumidores de vinho) e estive presente no júri que elegeu os melhores vinhos da feira e também durante o evento, com olhos atentos fiz questão de observar que temos um cenário no mínimo curioso, de um lado um público que faz nenhuma ou quase nenhuma ideia do tamanho desse mercado e de outro os “players”, os competidores disputando num mercado, que sabemos ser minúsculo.

Cenário: Para ter uma ideia, a cerveja por aqui tem seu consumo per capta em litros, 35 vezes maior que o vinho.
Já nossos vizinhos chilenos, um país 15 vezes menor que Brasil, consome quase 10 vezes mais vinho per capta, são 17 litros contra 1,9 (na melhor das hipóteses e considerando todo consumo, uma vez que fosse só vinho fino o numero giraria em torno de 0,8), ou praticamente os mesmos 300 milhões de litros do consumo brasileiro.  A diferença é que o Chile é o quarto maior exportador de vinhos no mundo, gerando lucros para o país de mais de 1 bilhão de dólares (ano 2017).
Se considerarmos um belo incremento em 2019 e chegarmos ao 400 milhões de litros de consumo, ao preço de médio (hipotético) de R$ 25,00 o mercado atingirá R$ 10 bilhões, ou cerca de U$ 2.50 bilhões.  Divididos entre 45% importado e 55% nacional (incluindo vinho fino, mesa, espumantes, etc.).
Diante desse quadro, considerando que 45% desse valor são importados (R$ 4,5 bilhões), num universo de cerca de 1.000 importadores, onde os primeiros 20 respondem por ao menos metade (R$ 2,25 bilhões).
Exatamente, um importador de primeira grandeza fatura em torno de R$ 100 milhões, a imensa maioria fica na faixa de R$ 1 milhão/ano.

Essa é uma amostra do panorama do vinho no Brasil, e pra quem percebeu a cerveja: 35 vezes maior em consumo e quase 15 vezes em vendas, onde a número 1 (AMBEV) tem cerca de 70% do mercado!

Abordei a cerveja, como termo comparativo, para expor a fragilidade do mercado de vinhos no Brasil. Evidente que a cerveja é a bebida alcoólica do brasileiro, mas, além disso, (e também por conta disso) esse Mercado se mostra um pouco mais organizado e com regras mais claras para os competidores.
Em termos de impostos (na cadeia toda), segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) são 42,69% para a cerveja produzida e 54,73% para o vinho nacional, o importado pode chegar a 69,73%. A distribuição também é maior na cerveja assim seus custos vão diminuindo.  Enfim há uma serie de vantagens quando um mercado está organizado e com regras claras.
Outro ponto, e talvez o mais importante, são as margens, o que as determina na cerveja é o mercado, os produtos tem similaridade, assim os competidores colocam seus preços nos mesmos patamares, com margens de contribuição menores e buscam seus pontos de equilíbrio e lucros em função da quantidade vendida.
Já no vinho, a maioria dos produtos tem preços sem essa regulação (em função da extensa variedade de estilos e rótulos), o que normalmente fortalece a tese de alguns competidores em ampliarem suas margens.

Em tese as regras são iguais para todos, os impostos, as compras, as variações cambiais, mas sempre me pergunto por que vinhos semelhantes que bebemos em sua origem, com preços semelhantes têm preços tão diferentes no Brasil?
Para mim, algumas respostas, a mais contundente é o amadorismo temperado com o louco desejo de ficar rico do dia para a noite.  A mais coerente é o volume de vendas e as margens de contribuição.
Cansei de ver estruturas inchadas, serviços desproporcionais à atividade e resultado da venda, que necessariamente fazem elevar o preço final do produto.
Refiro-me as grandes somas em eventos gratuitos, degustação generalizada, garrafas enviadas a restaurantes ou lojistas para prova, viagens internacionais como prêmios, pagamento de incentivos para vendedores em pontos de venda, verbas de abertura (sem contrapartida garantida), vendas de baixo valor em picking (garrafas individuais – fora da caixa), entregas não programadas, bonificações, além de extensos prazos de pagamento sem considerar custo financeiro ou inadimplência.
Não considero o desvio ou sonegação de impostos, fato que infelizmente ocorre no Brasil, posto que isso gera um vantagem competitiva ilegal e deve ser combatida, assim como deve ser combatido o abusivo sistema fiscal tributário desse país, mas isso não justifica a máxima corrente “de quem faz tudo certinho não lucra”, se a regra vale para todos, burlar ou não seguir é crime.
Para o crescimento desse mercado, acredito que deveríamos apostar em produtos mais baratos, de qualidade, se unir em torno de regras claras e fazer com que o produto chegue ao consumidor final com o mínimo de interferência financeira possível.
Produtores e importadores, abrirem o diálogo franco entre si (já uma bela iniciativa do Provinho que pode encurtar esse caminho), diminuírem seus custos, “gastos improdutivos” e consequentemente suas margens, negociar com fornecedores por preços mais baixos apostando e trabalhando em volumes maior de vendas, gerenciar seus produtos por desempenho (descontinuar o que não atinge performance adequada), desenvolver e treinar profissionais de atendimento, sensibilizar seus clientes para a importância de diminuir custos com ações incomuns em grandes mercados como, por exemplo, as amostras para conhecimento do produto, uma vez que cada vez menos temos problemas de produção, ou alguém pede para provar uma cerveja Bavária antes de comprar?

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À Reforma da Previdência?

A natureza se encarrega de equilibrar suas forças (que normalmente são desequilibradas pelo ser humano).

Dizemos que não há oligopólio, mas disfarçadamente temos monopólios…
Estão caindo, aos poucos, mas caindo, Vale, Globo, Odebrecht…. É um sinal positivo, embora sejam as forças naturais que estão atuando.

A reforma da previdência: Otto von Bismarck, prussiano, esteve a frente da unificação da Alemanha, mas no século XIX, foi o criador do primeiro sistema previdenciário, mas por que? Porque os trabalhadores frutos da revolução industrial deveriam ter uma renda para continuar a vida (econômica) após o tempo em que não fosse mais útil.
A ideia dos 65 anos surgiu aí, porém na media se vivia até os 50…

A ideia é sempre essa, não pagar!

Temos outros problemas no Brasil (e em todo mundo que fez a reforma), que dizem respeito ao funcionalismo público e as “altas patentes” e a continuidade da profissão.
Pouco se discute sobre as benesses dos políticos, juízes e ministrados, militares…
Esses juntos causam um rombo enorme, pois em alguns casos trabalham por pouco tempo e ganham muito acima do teto (em alguns casos com pensões hereditárias).

Esse é o principal ataque que deveria ser feito!
Se não fica a máxima: Ou todos ganham pelo teto, em torno de R$ 5.000 ou mudamos o teto para os cerca de R$ 30.000, que ganham os funcionários públicos…

O outro ponto, para mim, ainda mais importante (posto que, penso particularmente, no final, cada um terá que fazer sua própria previdência) se diz sobre a continuidade do trabalho.

Há duas décadas palestro sobre empregabilidade, posso dizer que muito rapidamente esse cenário esta mudando. Estamos perdendo não postos de trabalho, mas emprego, emprego no sentido de empregar suas habilidades para produzir, além desse efeito, é ilusório pensar que há trabalho para quem tem mais de 50 anos, não há!
Depois dos 50 ou temos uma carreira que anda de forma empreendedora, ou está fadado ao desemprego, seu concorrente tem a metade da sua idade, e o mercado prefere.

Diante desse resumo, penso que deveríamos estar mais preocupados em criar políticas públicas para que essa população (que é enorme) tenha empregabilidade, senão morreremos de fome!

Alexandre Santucci

Seja competente, é só isso!

Façamos as coisas com propósitos, sejamos autênticos, originais. Não conheço ninguém que tenha se dado mal por ser assim. Tem um custo eu sei, mas dormir tranquilo é a melhor paga!
Sobre o dinheiro, seja competente, dê seu melhor (por você) e saiba que é consequência. Se o homem não te compensar, Deus te recompensa!
Não perca tempo, com trabalho inútil, relacionamentos fracassados, conversas imbecis e gente tóxica.

Seja competente!
Seja comprometido, em ser feliz, em fazer feliz!

(um dia vão dizer que o autor é desconhecido, pouca gente me conhece mesmo…)

Música em Cena: Mario Ghanna e seu “Isqueiro”

Mario Ghanna lança vídeo oficial da Canção ‘Isqueiro’

Após lançar, em abril de 2018, o álbum ao vivo ‘Meio blues, meio samba – ao vivo’, Mario Ghanna apresenta vídeo e áudio oficial da música ‘Isqueiro’. A canção foi uma das mais pedidas após divulgação do show nas redes sociais.

mario ghanna musico e procurador“Resolvemos gravá-la em estúdio e fazer um vídeo legal para galera que curtiu esse som. Em estúdio consegui trabalhar com calma a questão dos timbres e o resultado ficou muito bom. Os fãs dessa música vão gostar ainda mais.”.

A música tem uma melodia marcante e uma letra que foge do padrão do que tem sido ouvido nas rádios e isso dá um charme todo especial para a canção.
O vídeo intercala imagens de Mario e sua banda em estúdio com tomadas externas envolvendo uma viagem de moto que Ghanna fez. As imagens ilustram bem o clima do som.

O link para o vídeo que estreia essa sexta-feira já está disponível no Youtube: https://goo.gl/PKNkoh

SOBRE MARIO GHANNA

O músico Catarinense que divide seu tempo entre a Procuradoria Geral da República e o Blues, concorreu ao Grammy Latino, prêmio Multishow de música, prêmio de Música Catarinense e conquistou a estatueta de ‘Melhor Álbum Latino’ e ‘Melhor Artista Latino” no The Akademia Music Awards, prêmio americano voltado à música independente.

San Paolo Gelato e Corrida Contra Fome

San Paolo terá ação solidária com gelato à R$ 1 neste dia 22

Ação acontecerá na nova loja, no Shopping Pátio Paulista, e o valor arrecadado será revertido para o projeto de responsabilidade social Corrida Contra Fome

Nesta terça-feira, dia 22/01,  a San Paolo Gelato promoverá uma ação solidária na nova unidade da marca em São Paulo, no Shopping Pátio Paulista, região Central. Os clientes poderão comprar o cremoso gelato por apenas R$ 1,00 e toda renda arrecadada durante a iniciativa será doada ao projeto Corrida Contra Fome, do Instituto Stop Hunger.acao solidaria san paolo getato

A sócia-fundadora da San Paolo, Renata Aguiar, conta com orgulho que a iniciativa social acontece em todas as novas unidades da rede. “Adotamos essa prática em todas as lojas com o intuito de ajudar quem precisa e despertar a atenção para sérios problemas sociais. Dessa vez, vamos contribuir para o Instituto Stop Hunger, que é referência mundial no combate à fome e má nutrição”, conta Renata.

O valor promocional vale exclusivamente para o gelato Semplice Piccolo (100 gramas com até dois sabores de gelato). Os moradores da cidade poderão conhecer o sabor Leite Ninho San Paolo, carro chefe da marca, além de outros irresistíveis como Oreo, Farinha Láctea, Tapioca e muito mais.

A rede já possui unidade no Shooping Eldorado, além de estar presente em Fortaleza (CE), São Luís (MA), Recife (PE), Teresina (PI), Salvador (BA) e Belém (PA), totalizando 25 lojas em operação.


Serviço
Ação solidária San Paolo – Shopping Pátio Paulista
Local: Rua Treze de Maio, 1947 – Bela Vista
Data: 22/01
Horário: das 10h às 22h


Sobre a San Paolo Gelato Gourmet
Criada em 2012 na capital cearense, a San Paolo Gelato Gourmet oferece muito sabor, qualidade e inovação em seus gelatos. A empresa foi a primeira gelateria do Brasil a utilizar uma pedra de mármore resfriada para misturar ingredientes selecionados com os gelatos. A opção, nomeada de Delizie, é o carro-chefe da marca. No total, são 27 sabores diferentes de gelatos e mais de 40 opções de ingredientes para criar deliciosas combinações. A rede ainda oferece opções de sobremesas como a exclusiva Lasanha de Brigadeiro, Petit Gateau especial da casa e Milkshakes. Atualmente, a rede conta com 23 lojas espalhadas pelo Nordeste e duas lojas na cidade de São Paulo, no Shopping Eldorado e no Shopping Pátio Paulista.

Programação do Novíssimo CINE TUPI

Cine Tupi vai ter samba de raiz nesta sexta-feira e apresentação da diva paulista do jazz no sábado
• Fim de semana musical no Bar Cine Tupi vai ter o melhor do samba na sexta-feira e jazz de primeira linha na noite de sábado.
• Nova opção de bar em Higienópolis oferece programação eclética, cardápio refinado, drinks criativos e o saboroso chopp Guinness tirado no ponto certo.

Hoje, a partir das 19h, quem gosta daquele bom e velho samba de raiz vai se divertir no Bar Cine Tupi que fica em um antigo casarão da rua Tupi, no tradicional bairro Higienópolis. Na noite de hoje o quinteto “Notícias Populares”, nome que alude ao famoso jornal sensacionalista que fez história em Sampa nos anos 80, vai se apresentar tocando clássicos do Adoniran Barbosa e outros sambistas que elevaram o samba à categoria de cult music.
Já no sábado, também a partir das 19h, é a vez da jovem talentosa Bebé Salvego (aquela que encantou todos os jurados no The Voice Kids Brasil) brindar o público com seu jazz intimista passeando por Nina Simone e Billie Holiday. A intérprete vai se apresentar com seu irmão, o virtuoso guitarrista Felipe Salvego.
O bar, com forte inspiração nos pubs irlandeses e mesclando a tropicalidade brasileira, é temático e decorado com cartazes de clássicos do cinema. O “couvert artístico” para apresentações desta qualidade é bem em conta, R$ 12,50 por pessoa. E tem mais, além de bons rótulos de cerveja a preços justos, o Cine Tupi oferece aos apreciadores da secular bebida o chopp Guinness retirado cuidadosamente no ponto certo (R$ 30,00). Para acompanhá-lo fica a dica: prove o suculento e inesquecível “croqueta de carne de panela e geleia de pimenta” (R$ 30,00, seis generosas unidades).

bar cine tupi as
Foto: Paulo César (Google Maps)

Sobre o local: Um antigo casarão da rua Tupi, no tradicional bairro Higienópolis, construído no início do século 20, e tombado pelo Condephaat, foi totalmente reformado no interior, mantendo integralmente seu projeto arquitetônico, para abrigar o mais novo e inovador bar da cidade de São Paulo, inaugurado em dezembro último. Um espaço cuja proposta é atrair os apaixonados por clássicos do cinema e, também, música de alta qualidade.
Serviços:
Bar Cine Tupi
Rua Tupi, 832, Higienópolis
Reservas: (11) 94608-9849

Wine Garden Bar & Bistrô: Novidade na charmosa Vitória!

O amigo Silvestre Tavares, companheiro de copos e de júris é um dos capitães dessa bela iniciativa: o Wine Garden Bar & Bistrô, aberto no finalzinho de 2018.

wine garden descomplicando o vinho
Imagem: Instagram Wine Garden

Localizado na Praia do Canto o  “wine bar “ conta com  aconchegante ambiente externo que  acomoda 30 pessoas, distribuídas em 7 mesas e internamente uma área climatizada para 12 pessoas. A carta, com cerca de 150 rótulos de todo o mundo do vinho com preços bem acessíveis e inclusive do Brasil, propõe ao consumidor a experiência, além do tradicional “wine bar”, do rodízio:

Ao custo de R$79 por pessoa, o cliente prova 10 rótulos entre espumantes, brancos, tintos e rosés. A dose é de degustação (30 ml.) e o que mais gostar repete quantas vezes quiser.
O rodízio acontece todas as quartas-feiras, das 19 às 22H30min.

hey rose malbec riccitelliComidinhas e boa gastronomia acompanham a bela escolha de vinhos como esse simpático rosé argentino, o Hey Rosé de Matias Riccitelli(*), um malbec de Perdriel, um rótulo divertido e super atrativo, revela um rosé  com notas de  amora, frutas vermelhas, seco e delicado com uma bela acidez, suficiente para acompanhar até peixes como o salmão ou apenas para bebericar nesse belo verão!

Serviço:
Wine Garden Bar & Bistrô
Rua Joaquim Lírio, 240, Praia do Canto, Vitória (ES).
De terça a sábado, das 18H às 24H.
Reservas pelo fone: (27) 99986-6041

(*) importado por Winebrands
Se beber não dirija! |Proibida venda para menores de 18 anos.

Acontece: “Comédia Com Tudo”

Comedia com tudoE no próximo sábado 1º de Dezembro às 23:30 H os tarimbados atores comediantes Pedro Bexiga, Marcelo di Morais e Mineirinho de Maceió se reúnem para a cena do “Comédia Com Tudo”.  No espetáculo o humor tradicional abre as portas para linguagens contemporâneas como o Standy Up Comedy, além da dança, mímica, circo ,esquetes e até a rádio novela.
São três expoentes da cena e a certeza de boa técnica e uma hora de riso certo!

Confira:
Comédia Com Tudo

1º de Dezembro de 2018 às  23:30H
Teatro Bibi Ferreira
Av. Brigadeiro Luiz Antônio 931 – São Paulo