Acontece: “Comédia Com Tudo”

Comedia com tudoE no próximo sábado 1º de Dezembro às 23:30 H os tarimbados atores comediantes Pedro Bexiga, Marcelo di Morais e Mineirinho de Maceió se reúnem para a cena do “Comédia Com Tudo”.  No espetáculo o humor tradicional abre as portas para linguagens contemporâneas como o Standy Up Comedy, além da dança, mímica, circo ,esquetes e até a rádio novela.
São três expoentes da cena e a certeza de boa técnica e uma hora de riso certo!

Confira:
Comédia Com Tudo

1º de Dezembro de 2018 às  23:30H
Teatro Bibi Ferreira
Av. Brigadeiro Luiz Antônio 931 – São Paulo

Ofertas e ofertas

por Alexandre Santucci

Ofertas - Descomplicando o Vinho

Há alguns instantes recebi a mensagem de uma amiga pedindo indicação de vinhos BBB (não do big brother, mas Bom, Bonito e Barato).
Quem me acompanha sabe que bebo vinhos sem descriminação, já bebi os mais caros do mundo e também os mais baratos, por puro diletantismo (o que mais acontece) ou exclusivamente por força do trabalho. Por isso também que acabo recebendo, com alguma frequência, essa demanda. Curioso é que na sequencia ela me diz receber, semanalmente, ofertas de vinhos e kits, mas que desconfia (da qualidade) por conta dos “espetaculares” descontos…
Quem, dos que gostam e compram vinhos, não recebe essas ofertas, por e-mail ou pelas mídias sociais?
Particularmente acho até engraçado, mas de fato é vergonhoso!

Pergunto, como alguém re-vende um vinho de R$ 528 por R$ 199 (+ de 62% de desconto – oferta real e recente) ou 3 vinhos por R$99,90 (com 70% de desconto)?
Se vende, porquê não vendia mais barato antes? Explico, não é real.
A conta é muito simples: se um produto é vendido, por exemplo, à R$ 100,00, de maneira geral ele custou ao comerciante cerca de R$ 65,00, portanto o máximo que se daria de desconto são 35% para não se ganhar nada, pior ter prejuízo, pois há custo fiscal, manuseio, aluguel, funcionário…
Enfim para ser razoável e vender sem ganhar nada o máximo de descontos gira em torno de 25%, isso demonstra respeito ao consumidor e seriedade em seu negócio.

Há outra possibilidade, a de o fornecedor intencionalmente negociar um valor especial e digamos que este seja o importador ou produtor do vinho. Nesse caso pode ser que a margem seja maior, então para o mesmo produto, digamos que o venda pela metade do preço: R$ 37,50; voltando às mesmas margens e fixado o preço ao consumidor R$ 100,00 e para não perder dinheiro o desconto máximo é de? : 62,5%! Claro que não, pois assim o vendedor não ganharia nada, pelo contrário teria prejuízo (tem todos aqueles custos…), então para que tenha uma margem minúscula (que fatalmente o levará a falência) esse desconto seria no máximo de 50%.

Concluindo, como aprendi nos EUA, não existe matemágica, um produto tem um valor, e se seu valor se desvia muito para mais ou para menos é sinal que seu preço foi artificialmente forjado para dar a impressão vantajosa ao consumidor. Descontos sadios, em boas Ofertas, giram em torno de 10% a 20% quando muito bem negociados ou para o caso de quantidades volumosas.

Na dúvida, procure referências nos pontos de vendas, sites ou com uma simples busca na internet!
Agora, porque o vinho é caro no Brasil? Uma boa pergunta!

Pessoas que Curam

Começa hoje, no Brasil, o movimento: #PessoasQueCuram.
O objetivo é levar o maior número de pessoas possível ao cinema para assistir ao filme “O Que de Verdade Importa”, com estreia nesse 27 de Setembro.
O filme terá 100% da renda líquida da bilheteria revertida para instituições que combatem o câncer infantil.
As instituições envolvidas são 7: o Hospital Pequeno Príncipe (Curitiba), TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer – São Paulo), Instituto Desiderata (Rio de Janeiro), GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer – Bahia), NACC (Núcleo de Apoio à Criança com Câncer –  Recife), Hospital da Criança Santo Antônio (Porto Alegre) e HCAA (Hospital de Câncer de Campo Grande Alfredo Abrão – Campo Grande).

O diretor Paco Arango, seu elenco e mais as 7 instituições brasileiras envolvidos nesse grande movimento de solidariedade  #PessoasQueCuram(facebook) convidam todos para a estreia do filme O Que De Verdade Importa!

O filme – “O Que de Verdade Importa” é uma celebração à vida que combina comédia e realismo mágico. Com classificação indicativa 10 anos, a produção  conquistou mais de 2 milhões de espectadores na Espanha, México, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Panamá e Colômbia, com renda líquida revertida para organizações locais que trabalham no combate ao câncer infantil.

Veja o trailler:

Cinismo Iluminado

por Alexandre Santucci e Solange Duarte

“Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.”
Sócrates

Recentemente estávamos, em família, dialogando sobre esse conturbado momento político em que nos encontramos no Brasil e no mundo. Por alguma razão acabamos por trazer à baila a filosofia.

Em realidade o que mais fazemos em determinado momento etílico é filosofar (assim se torna um simpósio – bebemos juntos à sabedoria), mas e se filosofar, de fato, estivesse presente nas escolas, nas casas, nos bares, se remontássemos os tempos das germinações do saber, os seminários?

Dialogar parece matéria rara nesses tempos bicudos, se não perdêssemos tanto de vista as origens das coisas, como a do próprio diálogo (que quer dizer através da palavra, do pensamento, da razão – dia+logos), talvez se nos interessássemos mais em ser que parecer, teríamos mais êxito.
Voltando ao diálogo, ele só pode existir entre, pelo menos, dois, desde que estes se entendam pela razão, respeitem as falas, as opiniões, senão é monólogo (única palavra – mono+logos).

Resolvi abordar o tema depois de ver um comentário, no facebook – se não me engano, relativo ao obscurantismo X iluminismo. Não sou filósofo, mas me interesso pelo tema, então a referência, dada no comentário, pelo fim da era das trevas, do absolutismo, substituído pelo pensamento cartesiano, propõem dar um fim aquilo que estava velado, obscuro, ou a mentira em detrimento da luz, da verdade, melhor traduzindo o obscuro é a direita e o iluminado a esquerda.
Muito curioso é que o iluminismo é a porta que se abre para a revolução francesa, mas também para a industrial e posteriormente o tão contestado liberalismo. Não só isso, evidentemente, surge as artes como forma de expressão e muitas outras conquistas para a humanidade.

cinismo iluminadoSinceramente preferia destacar os Cínicos, infelizmente vulgarizados pelo pensamento moderno, pois para quem não sabe os cínicos, ou como cães (tradução do grego), foi uma escola pós-socrática que acreditava na prática da virtude para alcançar a felicidade, contestavam qualquer relação que envolvesse dinheiro, poder, ou fama. Eram chamados de cães, pois, dentre outras razões o cão é um animal exigente que pode distinguir entre os seus amigos e inimigos, mas isso é outra história…

Como o ponto de partida foi o iluminismo e a retórica afirmação da esquerda como iluminista e o obscurantismo como direita, me vi refletindo sobre isso e também sobre o nazismo (que quer dizer nacional socialismo) e o fato de se atribuir historicamente como um partido de direita. Vi também que o ditador chileno é semelhante ao candidato brasileiro de “direita” e que a Venezuela é uma democracia…

Nesse momento reflito a minha total ignorância ou de avaliar fatos históricos ou de não entender absolutamente nada do que se (tenta) conversar nesses dias que precedem a mais catastrófica eleição democrática da história do Brasil.
Fico sem saber, mas porque será que o genocida alemão usava uma pecha socialista para uma causa de direita, ou porque um democrata americano defende sua nação e recupera sua economia, garantindo o direito de seus compatriotas. Pergunto-me ainda, que tipo de democracia resiste a injustiças jurídicas em detrimento ao assédio de grupos específicos, ou o que está de errado em governar para a maioria?
Será que ao invés de pensarmos em país dividido, não deveríamos pensar que estamos sendo usados como massa de manobra, digo como nação, não individualmente, e o que de fato ocorre é uma enxurrada de mentiras, jogos de cena, partidos que fingem fazer oposição quando de fato governam entre si sobre seus próprios interesses (veja FHC e Lula)?
Mais! Será que está tudo tão errado e nessas décadas livres não avançamos nada democraticamente? Não podemos mais cobrar a classe de representantes da vida política a não ser nas urnas?  Se não podemos cobrar, porque ninguém dá mínima bola para as eleições menores? Ou se esquecem de que nestas eleições, além de escolher um candidato para presidente, ainda se escolhe um deputado federal, um governador, um deputado estadual ou distrital, e dois senadores?

Corro em me explicar no limite da minha ignorância: dias atrás um amigo me disse que a direita vai desestatizar tudo, lhe perguntei, se não foi a direita quem estatizou?
A resposta é que não dava para conversar comigo.

Quando recebo ou percebo essa afirmativa entendo que o “não dá pra conversar” na maioria das vezes quer dizer, você não concorda comigo, então não serve!
Oras isso não é um diálogo, um debate racional de ideias em prol da vida pública?
O homem é um animal político, esse é um conceito grego. Polis, ou cidades ou organização social é o local onde vivem os políticos, todos nós, assim quando nos referimos ao termo estamos falando de todos nós. Os candidatos são nossos representantes políticos, aqueles que identificamos ou os atribuímos as necessidades para que a vida na polis seja justa, honesta e nos devolva o voto de confiança que demos a eles. Por que não posso debater, dialogar sobre a vida na polis?

Para pensarmos além do muro, da esquerda ou da direita!

Grande Prova de Vinhos do Brasil 2018

selo-campeao-gpvbReconhecidamente a maior prova, às cegas, de vinhos brasileiros disponíveis no mercado estabeleceu um espetacular recorde de 920 amostras (872 vinhos e 48 sucos de uva) de 117 vinícolas, incluindo a já comemorada e excelente safra de 2018.

Em sua 7ª edição a Grande Prova Vinhos do Brasil foi realizada de 27 até 30/08, somando cerca de  32 horas trabalho para 26 jurados reunidos no Hotel Vila Galé, na Lapa, no Rio de Janeiro.

Marcelo Copello, curador, um dos organizadores do evento e presidente do júri declara: “É notável como o crescimento de participação traduz a evolução do mercado. Não apenas em números, mas também em qualidade e apreço e reconhecimento do consumidor”, especialmente se pensarmos que em sua primeira edição, no ano de 2012, eram 284 amostras.

A prova é às cegas e participam apenas vinhos brasileiros disponíveis no mercado, divididos em categorias, em especial por tipo de uva (casta).

O grande campeão foi o produtor Vinícola Miolo  amealhando 5 rótulos campeões e mais 6 premiações Ouro.
Destaque para seu Miolo Lote 43 (2012), Vale dos Vinhedos, na categoria tinto super premium. Produzido a partir de um corte harmônico das uvas Merlot e Cabernet Sauvignon, envelhecido em barricas de carvalho francês e americano, foi produzido pela primeira vez em 1999.
O meu preferido Merlot recebeu medalha de ouro.

Enfim parece que vem coisas boas por aí!

(publicado em descomplicandoovinho.com)

Empregabilidade 4.0

Quando comecei minha atividade profissional pensava na diferença entre serviço, trabalho e emprego.

Curioso? Talvez, mas tinha apenas 15 anos!
Era um mundo diferente?  Era 1985!

Para mim, serviço era algo pontual, um serviço, já trabalho era algo que denotava um grande esforço, normalmente físico, enquanto emprego era uma espécie de status, aquilo que chamamos de “carteira assinada”.
De lá para cá muita coisa mudou, inclusive minha visão. Já não importa mais se é serviço, trabalho ou emprego, o que realmente importa é manter-se “produzindo”. Essa é a ideia de empregabilidade, ou manter-se produzindo e ganhando.

Vale a pena fazer uma correlação com aquele tempo e os dias atuais:

Séculos

Passar por crises nos ajuda a ver que tipos de deficiências têm que corrigir.
Essa foi a primeira lição que tive de apreender. Criar alternativas para me manter produzindo.

Algumas premissas começaram a ser incorporadas para desenvolver a empregabilidade:

1) Conhecimento -Entendi que ao procurar alternativas precisa conhecer o que de fato são alternativas – pode até parecer óbvio e essa é outra lição: na maioria das vezes é difícil enxergar o óbvio!
Reconhecer uma alternativa e principalmente estar preparado para ela, requer que trilhemos um caminho, esse caminho é o do aprendizado. O aprendizado se conclui entre o material e o hipotético, ou entre o que é experienciado e o que é abstratamente apreendido: o conhecimento.

2) Tempo – A busca pelo conhecimento nos revela o tempo, assim enxerga-se que sempre há tempo e que o tempo, em realidade, somos nós quem o fazemos.
Quando nos habituamos em administrar o tempo – criar um elenco de prioridades, conseguimos inclusive, tempo livre.
Ocupar o tempo livre com uma atividade diferente da principal é o que chamei de combate ao estresse (mais relacionado ao cansaço moderno). Por incrível que pareça quanto mais nos ocupamos mental ou fisicamente, menor é a incidência desse tipo de estresse.

3) Recursos –  O ciclo dessas ações, uma coisa que leva a outra, resulta em encontrar em nosso próprio perfil que tipo de alternativas nos são apresentadas.
A passagem por esse ciclo nos dá como frutos, nossos recursos.
As alternativas são nossos recursos e mais importante que os financeiros, são os de capital intelectual, os de habilidades em gerir e executar múltiplas tarefas.

4) Desenvolvimento Pessoal  e Inteligência Emocional  – Por que quando tudo está bem, surge um obstáculo que nos paralisa?
Ansiedade! Essa é, talvez, a maior dificuldade no desenvolvimento pessoal…

Jamais vivemos um tempo tão decisivo para a formação de disfunções da conhecida inteligência emocional. Coordenar ações de trabalho em conjunto com as decisões e relacionamentos pessoais tem causado grande transtorno a vida moderna.
O “status quo”, o estado atual, nos leva a parecer ser – Uma frase ilustra bem essa figuração: “Não adianta apenas ser, é preciso parecer que é”.
A frase cunhada há pouco tempo representa o logotipo, a marca, o consumo abusivo e a perseguição da imagem perfeita, tempere-se ainda com (muita) rede social, muito virtual.

Ser ter
Para se livrar dessa ansiedade, ou mantê-la em níveis bem baixos é preciso revistar constantemente seus recursos, explorá-los e amplia-los, mas genuinamente saber que há tempo para tudo.

Quanto mais conhecemos nossos recursos, mais planejamos e corremos riscos, ao mesmo tempo, mais baixamos os níveis de ansiedade.

A ideia é que quando a semeadura é feita, a colheita é consequência e como em qualquer cultura é necessário esperar o tempo natural da maturação do fruto. Acompanhe e aguarde!

5) Oportunidades e Atualidades –  Não se pode mais fechar os olhos nem para a globalização (onde tudo acontece em qualquer lugar do mundo), nem para as tecnologias, principalmente as de bolso. Essas ideias causam certo susto, pois cada vez mais temos que pensar globalmente, mesmo que regionalmente e agir, se comunicar, rapidamente. É preciso estar aberto aos avanços tecnológicos, sim, mas o mais importante é estar atento aos movimentos do ambiente em que está inserido.

Jamais esqueça a vida é feita por pessoas.

É pelo exposto acima que, particularmente, vejo como mais importante que a ideia da globalização é a “mulherização”, ou, a presença de mulheres cada vez mais ativa.
A presença feminina nos faz ressignificar muitas situações que em outros tempos nem relevaríamos. Sensivelmente destaco o papel da liderança.
Ao longo da história a visão masculina de manejar era de chefiar, intimamente ligado a dominar seja pela força ou pelo cargo.  Não obstante, em muitos ambientes os chefes eram vistos como seres inalcançados e donos da última palavra, com ou sem razão.
A presença feminina, o avanço, em contrapartida das lutas por igualdade, trouxeram aos ambientes de trabalho (e claro, sociais), visões diferentes e o surgimento do papel do “verdadeiro” líder, cuja principal habilidade é de criar, entender e gerir equipes, assim os níveis hierárquicos se tornariam mais próximos, mais sensíveis, mais comunicativos, participativos. Equipe ressignificou o antigo time.

Enfim, nos dias atuais manter-se produzindo requer mais habilidades emocionais, requer foco naquilo que lhe é favorável, seus talentos, mas não esquecer os satélites, aquelas habilidades secundárias que podem ser sua garantia de alternativas.
A segurança daquele que se mantém empregável é saber de seus recursos e bagagens, ou daquilo que o qualifica (talento e conhecimento) e a capacidade de execução (histórico produtivo) e a capacidade de fazer alianças (networking).

Quer manter-se produzindo?
Produza enquanto tiver campo, como um lavrador, semeie ao máximo o que a terra lhe permite, espere a chuva e a colheita, mas quando existir seca venda o estoque. Traduzindo, faça seu currículo ao vivo, com caminhadas de sucesso, crie histórico do seu trabalho, marque suas conquistas, são elas o seu estoque, venda na hora certa.

Não deixe de falar, e/ou se aconselhar, com seus amigos, parceiros e concorrentes, amplie sua rede, faça contatos.  Jamais se gabe, mas não seja “o politicamente correto em pessoa”, opine; ninguém se dá mal em ser verdadeiro, tenha opinião (que seja coerente), mesmo que seja polêmico, defenda seus pontos de vista, até quando? Até perceber que a plateia presta atenção, jamais exija respeito. Respeito se conquista ou a plateia é ignorante e não adiantará nada pedir atenção!

No mais seja sempre o mais otimista possível, não Poliana, mas uma visão agregadora, alegre e entusiasta conquista mais que os grandes realistas, e nem falo dos e das pessimistas porque estes e estas ninguém quer por perto!

Jamais se esqueça, sucesso é caminho, o resultado é apenas mais um degrau.
Continue subindo!

 

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O Vendedor Especialista

Quando empresas se deparam com uma crise, procuram reforçar seus quadros de vendas, acreditando assim ter mais munição para buscar faturamento.

Quando as coisas vão bem, é comum também ver colaboradores opinando do quão “folgados” são os vendedores. Para alguns, esses profissionais trabalham pouco e ganham muito, vivem na rua, com horários flexíveis, ou até ganham para viajar!

É incrível como esse profissional é tão bem, e mal visto ao mesmo tempo. Mas porquê isso acontece?

o vendedor especialista

A atividade de vendas é aquela que mexe diretamente com a vida de todos. Não tem como viver sem comprar, portanto sem o contato com vendas,  criam-se diversas reações e muitas memórias afetivas, agradáveis ou desagradáveis.

Como em toda relação existem polos, complementares ou opositores, não há comprador sem vendedor. Não há algo que queremos sem que tenhamos que buscar, nem coisas que temos a oferecer sem encontrar a quem. É nessa medida que de uma forma ou outra, em algum momento da vida, somos todos vendedores. Saber vender é saber se especializar em seu negócio, ser auto-empregável, ser auto-empreendedor!

Nesse momento você deve estar pensando, é verdade, por isso em alguns momentos da vida perdi algumas boas oportunidades, seja de me vender melhor em novo emprego, ou negociar um aluguel, ou até em não ter mostrado o melhor para alguém que estava interessado.

Nesse momento te pergunto, existe faculdade de Marketing, de Gestão Empresarial… existe de vendas? Não!
Durante muito tempo se acreditou que vender era uma arte, para poucos. Tudo bobagem, qualquer pessoa pode vender, aliás como vimos, todos já vendemos.
O que nos resta é saber o que se encaixa, que produto, serviço e daí em diante todo o processo requer planejamento, conhecimento e plano de ação. Esse é o vendedor especializado, mas ele é vendedor e especializado.

O vendedor (especialista) bem sucedido é aquele que se propõe metas quantitativas consequentes as qualitativas, são polidos, educados e conseguem atingir um excelente controle de ansiedade.
Como atingir? Técnica e treinamento.

*Publicado originalmente no RH Portal  (em 20/Out/2017)

O Mundo é um Moinho

Em 2012 gravei esse vídeo. Realizei uma interpretação teatral da monumental criação de Cartola, mas não é um cantor é um ator cantando….

Sentido sentido

nada,
nunca fará sentido
pois,
muda o sentido

olfato, fato
faro, raro
cheiro, esteio

visão, tesão
olhar, pegar
cegar, apaixonar

audição, coração
falar, amar
erudição, racionalizar

A Copa nos Copos!

Nesse dia 15 de julho teremos mais um campeão do mundo no futebol. Em campo Croácia X França e apesar de todo favoritismo dos “Les Bleu” liderados pelo jovem camisa 10 Mbappé a Croácia dos Vatreni (Ardentes) com o grande Modric tentarão superar a técnica pela garra e uma bela disciplina tática.

Mas, o que o Santucci quer com isso no Descomplicando o Vinho?
A paixão pelo vinho e o entusiasmo que nos causa o mundial.
 


Em 2010, às vésperas da final da copa do mundo da África publiquei aqui e no jornal “A Tribuna” o artigo “Os Campeões do Mundo e o Vinho” e parece que a tese permanece: todos os campeões do mundo são produtores de vinho. Da França sabemos e bebemos muito de seus vinhos, já a Croácia mesmo tendo um histórico de cerca de 2.500 anos como produtor, poucos vinhos chegam aqui, muito provavelmente por ser um país eminentemente produtor de vinhos brancos (cerca de 75% da sua produção), mas com um belo tinto feito com a uva nativa: Plavac Mali, parente da Primitivo. A proximidade geográfica com o sul da Itália promove essa semelhança também em sabor quando comparamos aos vinhos da Puglia.


Quem ganha?
Enfim, independente do estilo, ou do tipo, uma certeza: continuaremos a nos beneficiar com seus belos vinhos.
Ah, no futebol?
Bem, por mais quatro anos não teremos outro campeão do mundo fora dos produtores de vinho, mas minha torcida estará na garra e alegria dos croatas, que tem um jogador que muito nos representa: Vida!

Quem ganhar celebrará com seus vinhos nacionais e bradarão : “nazdravlje” ou “santé”!
A todos: Saúde!