Quem Morre?

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova
e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o escuro ao invés do claro
e os pingos nos “is” a um redemoinho de emoções,
exatamente as que resgatam o brilho nos olhos,
o sorriso nos lábios e coração aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesaquando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite,pelo menos uma vez na vida,
ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte,
ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
nunca pergunta sobre um assunto que desconhecee
nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.
Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade!
Pablo Neruda

Fotos para Divulgação





Descomplicando o Vinho – CNT

 

Em 2005, apresentei o quadro “Descomplicando o Vinho” no Programa Central de Cultura, pela CNT.

Como outra atividade, sou especialista em vinhos (veja), e surgiu a oportunidade de apresentar este quadro, que a intenção era levar ao público informações deste mundo maravilhoso.

Com textos próprios e direção de Alessandra Rodrigues o programa foi ao ar, todos os domingos durante três meses.

Descomplicando o Vinho

Por Alexandre Santucci (*)

 

O prazer é muito mais fácil, basta beber!

Por que uma das bebidas mais antigas do mundo, se transformou num hábito tão complicado?Muitas vezes tenho me feito esta pergunta nos últimos anos. E a resposta que obtenho de colegas não me convence!
Dizer que só os melhores vinhos são importados, não é mais verdade; os bons vinhos são os que mais envelhecem, igualmente não é verdade – alguns vinhos tintos excelentes ou a maioria dos brancos devem ser tomados jovens -; ou que para se entender de vinho requer uma vida também não é.

Então qual seria a solução ?– Descomplicar o que já nasceu descomplicado.
O vinho, milenar em seu surgimento, difícil de se saber claramente sua descoberta. É citado mais de uma centena de vezes na Bíblia, no Talmude e no Alcorão, era a bebida que acompanhava as grandes manifestações culturais, artísticas e religiosas. Quando se queria conter os ânimos dos festeiros se adicionava água, quando a festa era mais intima ou formal era servido na forma original.

Descoberto ao acaso ou criado por alguém o vinho é simples, feito a partir da fermentação alcoólica do suco de uvas frescas.

Devido a sua simplicidade, muitos produziam o próprio vinho e foi se incorporando ao dia-a-dia das famílias européias. O fato é que com o avanço de conquistas, os Ingleses também incorporaram este hábito principalmente ao passarem por Bordeaux, uma pequena cidade francesa, berço da cultura dos grandes vinhos. Daí o que era genuinamente um acompanhamento alimentar, passou a ser um produto, e de grande valor comercial, visto que os ingleses nunca produziram vinho, mas levavam a todos os cantos onde havia colônia, para seu consumo e comercialização.

Aonde chegamos?
Vamos aos fatos: O Vinho de qualidade, como conhecemos hoje, é uma bebida que necessita cerca 90% de condições naturais para ser feito, portanto o homem contribui com algo em torno de 10% no resultado. Sendo assim o que ouvimos falar sobre os melhores vinhos do mundo tem muito mais haver com sua região que com o domínio das técnicas. Os vinhos de qualidade necessitam de condições de solo e climáticas, que só são encontradas numa determinada faixa da terra. Nesta faixa se incluem paises como, França, Itália, Espanha, Portugal, África do Sul, Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. Porém não é em toda sua extensão territorial que se consegue bons resultados, o que leva nesta lista, talvez só o Uruguai a produzir vinhos em quase todo o país. No entanto, não há dúvida que paises como França e Itália tenham tanta importância neste mundo, o que os deixa a frente dos demais é a sua tradição e estas condições exemplares.

Beber um bom vinho requer pequenos cuidados, que seguidos transformam rapidamente um pesadelo em sonho. Quem já não se viu numa situação embaraçosa, esperar alguém que bebe vinho, sem saber o que escolher, numa loja ou restaurante ?
As dicas são simples:
Normalmente o rótulo do vinho te dá 80% das informações necessárias. O restante? Bem, o restante… só bebendo.

Quanto aos 80 % : São: Origem do produto, se o tipo é branco, tinto, rosado, espumante, ou fortificado (porto), tipo de uva, graduação alcoólica, safra, produtor e principalmente o preço.
Bem se vinho for produzido numa das regiões acima citadas, já sabemos que tem boas condições para ser feito.
Escolhemos a seguir o tipo – para tal usamos uma regra básica branco e espumantes para saladas, pratos frios e carnes brancas, tinto para os molhos vermelhos e carnes, rosado para aperitivo e carnes frias e os fortificados para sobremesa (esta é uma regra, com muitas exceções, mas para descomplicar vale a pena).
O tipo de uva é normalmente encontrado no rótulo, alguns produtores o colocam no contra-rotulo e alguns não colocam. No entanto, muitos vinhos tem e muitos produtores que não indicavam a uva (ou as uvas) estão passando a fazê-lo.

Quanto a escolha da uva, aqui a regra é pelo peso, ou seja as uvas que apresentarei é a parte mais representativa, das mais de 2000 variedades encontradas, pela ordem das que dão mais corpo às que dão menos corpo ao vinho:
Tintos: Cabernet Sauvignon, Merlot, Carmenérè, Malbec, Cabernet Franc, Pinot Noir, Sangiovese, Syrah (shiraz) e Gamay (Beaujolais)Brancos: Chardonnay, Sauvignon Blanc, Semillon e Riesling.A graduação ou teor alcoólico: varia entre 9 a 14 graus (exceção aos fortificados – em torno de 20), quanto mais alcoólico, mais encorpado e maior é seu tempo de guarda.
Quanto a safra, tomemos alguma atenção: os vinhos tintos, devido a sua composição, são os que mais tem condições para envelhecer, no entanto a maioria dos vinhos que encontramos são feitos para serem bebidos jovens, na média entre 02 e 05 anos. Os brancos e os rosados, também devem ser consumidos jovens entre um e 03 anos, os espumantes o mais rápido possível e os fortificados, a maioria a venda pode ser consumido a qualquer momento.
Um dos fatores mais importantes realmente é o preço, normalmente ele é um indicativo de qualidade e potencial de envelhecimento, quanto mais caro maior essa relação.
Resumindo se juntarmos estes ingredientes temos plenas condições de fazer uma boa escolha: e se soubermos quanto temos para gastar iniciamos um caminho ao contrário, com grandes chances de acertar.

Voltando aos 20 %, aqui reside o maior segredo a ser revelado: O vinho é uma bebida mundialmente conhecida como a da celebração da amizade, ninguém faria isso se por traz de tudo isso não existisse seu componente mais importante: O prazer !!!!
Portanto não perca mais tempo, se arrisque faça como quiser, combine o que tiver, mas jamais se renda, viva com prazer!

(*) Psicólogo, ator e autor teatral. Especialista em vinhos, consultor nacional e internacional (atualmente à frente da Beale Bebidas). Palestrante e apresentador de seu programa Descomplicando o Vinho.

Vinhos “ROSÉS” uma tendência possível

Publicado no site da Abracohr

Os renegados vinhos rosés vêm ressurgindo como uma grande alternativa para novos consumidores e principalmente para aqueles dos paises tropicais como o Brasil.
Esses vinhos que habitualmente são vinificados como um vinho branco, exceção ao contato com as cascas tintas que permanecem mais tempo junto ao mosto, podem alcançar tanta qualidade como os tintos e tanto frescor quanto os brancos, são florais frutados, frescos e como uma coloração sensual, tropical, daí considerarmos-lo um coringa de alta classe, quando bem feito.

Por ser um “misto” de tinto e branco conseguimos bebe-lo refrescado quase na temperatura de um branco, aproveitando ao máximo sua estrutura, um pouco menos encorpado que um tinto e com bons níveis de acidez, que facilmente podem ser combinados com pratos típicos de verão, mas também com carnes leves e massas.

Na década de 70, saborear um vinho rosé era sinônimo de bom gosto, tanto é verdade que houve uma marca que foi a mais vendida no mundo neste período. Ocorre que com as inúmeras descobertas tecnológicas, a partir desta época, muitos “especialistas” passaram a diminuir a importância destes vinhos em detrimento a fortalecer os grandes tintos.

Hoje vemos um número cada vez mais freqüente de cartas de vinhos que indicam seus rosés. São diferentes estilos, mais leves, mais encorpados, a partir de uvas tintas robustas, mas muitos vinhos que marcam por sua nobreza e intensidade aromática e de paladar.

Surpreenda, e decida por um rose naquela hora em que temos à mesa pessoas do vinho tinto e do vinho branco!

Salute!

Curso básico – “Descomplicando o Vinho”

Beale Bebidas e Alexandre Santucci levam até você:

Curso Básico – “Descomplicando o Vinho”

Cada vez mais o vinho toma espaço em nossas vidas, seja nas comemorações, nos jantares ou almoços de negócios ou tornando-se um hábito em nosso dia-a-dia.De um jeito “descomplicado” e informal você pode aprender um pouco mais desse fascinante hábito de viver bem.
Alexandre Santucci conduz seus cursos e palestras, de forma interativa, usando de uma linguagem descontraída e com apoio de técnicas teatrais. Venha Conferir!

Programa
A História do vinho
Reconhecendo produtos e produtores
As uvas, a videira, fatores influentes na vitivinicultura
Degustação Orientada – 2 tintos
Processos de elaboração de vinhos
Espumantes e Fortificados
Degustação Orientada – 2 brancos
Consumo, Garrafas, taças, guarda, serviço e etiqueta
Princípios básicos da degustação de vinhos
Novos rumos para o enófilo
Degustação e Prazer
Degustação – Espumante e Vinho do Porto

Indicação: Público em geral, maiores de 18 anos.

Período: 07 e 09/11 das 19:30 às 22:30h
Investimento: R$ 150,00
Curso Básico “DESCOMPLICANDO O VINHO”
Com Alexandre Santucci,
Professor universitário e apresentador do “Descomplicando o Vinho” na CNT.

Data e Horário: 07 e 09 de Novembro de 2006/das 19:30h às 22:30hLocal: Beale Bebidas – Rua Rego Freitas, 52 – Centro
Reserva de vagas pelo telefone: (11) 3337-0899
Com Adriana Santos
RESERVAS:Até o dia 06 de Novembro, na própria loja, e-mail ou telefone.
Investimento:R$ 150,00 por pessoaIndicação: Público em geral, maiores de 18 anos.
OBS: O curso se realizará com, no mínimo, 10 participantes.

Contamos com sua presença.

Clique para Confirmar: BEALE BEBIDAS
Maiores informações com Adriana, (11) 3337-0899.

Espumantes e Borbulhas…


Os espumantes nasceram na França, mas a maior de todas as ironias, é que Champagne, onde ocorreram algumas das batalhas mais amargas da humanidade, ter sido o local de seu nascimento. De lá provém um vinho que o mundo inteiro identifica com momentos felizes e da amizade.
Talvez para marcar essa mudança, essa prova de civilização e humanização, é que a região de Champagne se mantém firme, exigindo que Champagne, só pode ser Champagne se for feito nesta região.

Torna-se indispensável para as comemorações do coração. Aromático e delicado, no corpo apresenta frescor e elegância.

Hoje conhecemos diversos espumantes. Basicamente, existem dois métodos para obter esse liquido esfuziante: “Champegnoise” ou método clássico e “Charmat”.
Do método clássico destacamos que a segunda fermentação (ou seja no vinho pronto – vinho base – se inicia uma nova fermentação através da adição de açucares) é feita na própria garrafa, enquanto que no Charmat se faz essa etapa em tanques de aço inox.

O mundo conhece grandes espumantes fora de Champagne, os Cremant da Alsácia e da Borgonha, na própria França e os brasileiros que vão muito bem.

Recentemente, o Brasil recebeu um outro grande vinho feito em Conegliano-Valdobbiadene, são os espumantes da uva Prosecco. A uva que dá nome ao vinho imprimiu uma marca em termos de espumante, tornando seu produto fresco, aromático e com acidez que cai muito bem ao paladar brasileiro, um dos vinhos mais vendidos no nosso território.Vale ressaltar que a escola de espumantes italianos, tem uma estrela. Feito em uma região entre o Veneto e a Lombardia, na região de Brescia, o Franciacorta, considerado um “champagne” italiano.

Mas apesar de tantos borbulhantes famosos, mundo a fora é no Brasil que podemos destacar grandes espumantes. Por seu frescor e excelente acidez, os nossos espumantes vem ganhando grande destaque.

Destaco alguns espumantes, não apenas de champagne, senão só teríamos Champagne:

Champagne KRUG
Champagne Cristal
Champagne Moet brut Imperial Rosé
Franciacorta Bella Vista
Prosecco Nino Franco
Prosecco Bisol
Prosecco 7Nardi
Espumante Reserva Salton
Espumante Cave de Amadeu – Método Classico
Espumante Chandon

Descomplicando o Vinho – as Uvas

Para se fazer um bom vinho, classicamente, necessitamos de quatro fatores: solo, clima, uva e o homem. Atualmente podemos incorporar mais um elemento: a Tecnologia.

De todos estes elementos o que menos conta é o homem, uma vez que se a natureza não colaborar em não produzir um bom fruto o homem pouco pode interferir.

Quanto ao solo e clima, esses dois juntos representam a grande importância para produzir um bom fruto.
Normalmente se escolhe solo de superfície pobre, pois a uva, uma planta de raiz, busca seus nutrientes no sub-solo e quanto maior seu esforço maior sua consistência e melhor sua qualidade principalmente no que diz respeito a concentração de açúcar e minerais. Suas raízes podem chegar a 15 metros de profundidade, daí a necessidade de termos solos, e principalmente subsolo seco, pois solos muito úmidos podem fazer com que as raízes apodreçam.
O clima está intimamente ligado a escolha do solo, uma vez que a videira necessita de estações bem definidas para que concentre sua seiva no inverno (hibernação), a floração na primavera, onde necessita de exposição ao sol para concentrar o melhor dos seus frutos e a frutificação e posterior colheita, no verão. Nesses dois últimos períodos é muito importante a inexistência de chuvas fortes ou geadas.

Da conjunção de solo e clima, surgiu na França o termo “terroir” (lê-se terroar) que não tem uma tradução ao pé da letra, mas que significa a combinação de um microclima, um micro ecossistema que se diferencia da grande região, podendo produzir um fruto único.

Cabe ao homem acompanhar esse desenvolvimento, prevendo a evolução da vinha, verificar a necessidade de podas (seca ou de cachos) e entender o melhor momento para a colheita. Nesse sentido o uso de tecnologia vem sendo muito aplicado, tanto para previsão meteorológica quanto na análise dos frutos, antes da vinificação.

Quanto às uvas, escolhe-se em função do seu produto final: Vinhos de mesa ou vinhos finos, e basicamente existem duas espécies – as uvas americanas (vitis labrusca, riparia, aestivalis, cinérea dentre outras) para produção de uvas de mesa ou vinhos de mesa (comuns) e as uvas européias (vitis vineferas) para produção de vinhos finos de qualidade superior.

Estima-se que existem cerca de dez mil tipos de uvas, no entanto catalogadas podemos contar com cerca de duas mil e dentre essas cerca de cinqüenta compõem 80 a 85% dos vinhos feitos no mundo.

Para descomplicar podemos, grosso modo, classificar as uvas de maior para menor peso, ou seja, uvas que fazem vinhos mais encorpados a leves. Nesse sentido coloco a uva tinta Cabernet Sauvignon como a uva Rei e a uva branca Chardonnay como a rainha e aí as que vêm depois fazem vinhos mais leves.

Encontre abaixo as uvas mais cultivadas em todo mundo e algumas das suas características:

Os Tipos de Uvas
Uvas tintas


Cabernet Sauvignon – Responsável pelos grandes tintos de Bordeaux (França), sua terra natal, é o varietal tinto mais famoso e difundido do mundo. Seus vinhos são elegantes e requerem um tempo de envelhecimento para realçar as qualidades. Quando combinada com outras uvas procura-se para amenizar seu bouquet extremamente marcante e trazer um corpo mais redondo. Apresenta vinhos de cor bem escura e profunda.

Merlot – Também originária de Bordeaux, França, onde se fazem os profundos e redondos Pomerol e Saint-Émilion. Quando vinificada sozinha – sem a utilização de outros tipos de uva -, produz vinhos macios, de boa estrutura, aromáticos e de grande elegância, podendo ser consumidos ainda jovens.

Malbec (veja texto especifico) – mais uma uva originária de Bordeaux, tem sua melhor adaptação de cultivo na Argentina, produzindo vinhos vigorosos e encorpados.

Pinot Noir – originária da Borgonha, França, está presente nos mais famosos vinhos do mundo, sendo vinhos ricos e elegantes. Única uva a compor os grandes Bourgognes tintos da Côte d’Or (França). É encontrada hoje em todas as regiões vinícolas do mundo, exceto em regiões mais quentes. Sua maior característica é o aroma adocicado e nível de tanino e pigmentação inferior a outras variedades de uva vegetais e minerais. Dá origem a vinhos frescos e elegantes.

Tannat – originária de Madiran, sul da França, é a principal uva do Uruguai, onde ocupa 30% da área de vinhedos.

Pinotage – Marca registrada da África do Sul, seu aroma característico exibe notas de amêndoas tostadas. Os melhores produtores conseguem elaborar vinhos de longa guarda de excelentes qualidades.

Uvas brancas

Chardonnay – a mais famosa e difundida uva branca do mundo, tem origem na Borgonha (França). Produz vinhos elegantes e ricos em aromas é considerada a melhor para vinho branco fino. É mais ácida no paladar quando usada em Champagne ou no Loire e mais suculenta nos grandes Bourgognes, em que fermenta e amadurece em tonéis de carvalho. A colheita é uma hora crucial para a produção do vinho: ela deve ser colhida no momento certo, pois com o avanço do amadurecimento há a perda de acidez, que é característica necessária para a fabricação destes vinhos.

Sauvignon Blanc – originária da França (Bordeaux e Vale do Loire), resulta em vinhos frutados elegantes e distintos.

Riesling – essa uva alemã produz vinhos de grande qualidade nos doces ou secos.

Semillon – mais uma uva originária de Bordeaux, França, que resulta em ótimos vinhos. Os de uva Semillon são vinhos untuosos e deliciosamente doces.

Gewürztraminer – variação de uma uva chamada Traminer, ela é responsável por vinhos brancos de grande e intenso aroma, normalmente mais alcoólicos, produzidos na Alsace (França), em versões seca ou doce. Produz vinhos muito doces para acompanhar sobremesas.

Prosecco 7Nardi Brut

Prosecco 7Nardi Brut DOC * 2004 * Itália
Produtor: Perlage

Esse espumante (orgânico) – Prosecco 90% Verdisio 10% – tem a marca do frescor do excelente perlage (bolinhas que sobem do fundo do copo) e principalmente pelo paladar amplo e prazeroso.
De cor é amarelo palha clara e aromas de frutas cítricas como a maçã verde. Leve – 11,5 % Alc.

Versus Rosé

Versus Rosé * 2004 * África do Sul (Rosé)
Produtor: Omnia Wines (The Company of Wine People)

Versace e o vinho desta vinícola, que está sendo chamada de companhia das pessoas do vinho, têm algo em comum, além do nome Versus (que é comum para o perfume e para o vinho) tem também o caráter da inovação e jovialidade, o slogan vale para os dois “tempo de prazer”.
Este corte (Pintogae/Shiraz/Cinsault) possui aromas frutados de morango e groselha, com paladar sutil e um persistente final de boca. Leve – 12,5 % Alc.