Ser só Cavalheiro II

Como num novo vento
a mesma paisagem se renova,
o que parecia improvável, dignamente pronto
muda mesmo que venha da mesma aurora,

não, não imaginava ser competente,
nem tão guerreiro, pensava que ali só residia
o cavalheiro, de rosas na mão, independente
me percebo agora, também com espada e valentia

não, não para golpear, nem ferir,
mas para lutar, desocultar outra coragem
chegou o momento de aprender a amar
de fato, com direito, podendo sim e por que não, interferir,
chegou o momento de sair da margem
é chegada a história se fazer amado, de verdade amar

não não há mais só um cavalheiro,
há também o guerreiro,
quero a vida por inteiro,
que não só seja cérebro,
nem mais o pensamento, o que se esgotasse apresenta o coração, o que comanda, de fato,
o guerreiro, que luta, que conquista
e apenas se mostra cavalheiro,

um homem verdadeiro

é aquele que luta, com a dignidade da conquista,
estratégica, reflexo do pensamento,
que nasceu de um coração, um grande sentimento.
um homem verdadeiro,
semeia agradecido,

pois reconhece o merecido,
aprende que é dependente que se chega a vitória,
se torna inteiro só se for metade,
metade que ama, metade que é amado!

O verdadeiro guerreiro reconhece,
se apressa, recua, por que do coração ele se prevalece!

o pensamento esfria,
a libido aquece,
só o coração harmoniza, prevalece!

Publicado por Alexandre Santucci

Escrevo, comunico!

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