Andanças – Poema publicado

Andanças
Andanças,andando,
Andarilho adiantado
No sapato desesperado,
Correria desenfreada
No vai e vem de um afair
Um balanço sem ritmo
De uma melodia gloriosa

Andanças, Andando
Saltitante um Saltimbanco,
Em sua farsa genial
Se afastou da “realidade”
Se encontrou na enfermidade
Desencanou da felicidade
Despencou na “alegria”

Ah Andarilho,
Cruzou calçadas vazias
Contrarias e sem mão,
Onde estava minha amada
Corri contra sua direção
Fiz essa rima “pobre”
Só para encantar um coração
O que surgia era nada nobre
Criei castelos num espelho,
De areia da maré mansa,
Que quando me virei
Nem mais espelho havia
e que nesta n’alma cansa
e nem sequer mais suspirei,
Só seu rosto reconheci
Mas o espelho era o que não vivi…

Publicado por Alexandre Santucci

Escrevo, comunico!

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